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Just a song before I go

Com amor,
Just a song before I go,
To whom it may concern.
Travelling twice the speed of sound
It’s easy to get burned.
When the shows were over
We
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had to get back home,

And when we opened up the door
I had to be alone.
She helped me with my suitcase,
She stands before my eyes
Driving me to the airport,
And to the friendly skies.
Going through security
I held her for so long.
She finally looked at me in love,
And she was gone.
Just a song before I go,
A lesson to be learned.
Travelling twice the speed of sound
It’s easy to get burned.

Eu não aguentaria nem por mais um minuto esse doer que mata aos poucos. Faltou o abraço.

Muitos e demorados
Cíntia

À punheta, com amor

Aos meus amigos punheteiros, uma homenagem. Menos sexual, mas não menos carinhosa do que todas essas que vocês prestam a nós, mulheres. Como dizem por aí, triste da moçoila que nunca foi enredo de punheta. Mais do que presentes, mais do que um telefonema no meio da mdrugada, bom mesmo é saber que fomos lembradas naquele momento íntimo, quando se pode pensar em tudo sem censura, mas ele pensou só em você. Isso que é prova de amor, de tesão, ao menos – que significa tanto quanto. Tem quem não goste. Acontece. Tem quem

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ache desperdício. Tem quem ache coisa de virgem. Tem quem num ache nada, só não pratique. Mas aos que praticam e gostam: o meu afeto.

 

“Escuta só, meu amor… tá ouvindo? É a vida. E ela corre muito depressa.”

Algumas coisas vão desmoronar e falharemos miseravelmente na tentativa de amortecer a queda com um gesto rápido e preciso. Sabemos de nossa incapacidade, mas acho questão de caráter seguir tentando. É preciso que haja dedicação na busca pela menor dor, pela menor perda, pelo maior cuidado, ainda que muitas vezes impossível, é esse objetivo uma forma muito valiosa de dizer eu te amo quando os nossos precisam da gente. Mainha sempre diz que o amor se manifesta numa vontade desmedida de tomar pra si a dor

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do outro, tentando evitar o sofrimento de quem a gente tanto ama. Sabemos que a vida não funciona assim, mas reconheço nessa vontade tão honesta um sentimento muito nobre. … Triste é constatar que você não cabe no meu colo. Que a complexidade dos seus problemas não são como a prova difícil que fez o Matheus ficar um pouco nervoso e meio choroso lá na quinta série, mas bastou sentar e estudar com ele pra que ficasse tudo bem – tirou nove o danado! Você também não é a Duda esperneando no chão porque não alcança o brinquedo, mas gostaria que estivesse ao alcance das minhas mãos a oportunidade de te dar o que você quer e precisa. Abraça. É uma puta ferida no meu ego metido a diplomático reconhecer que não posso dissolver suas dúvidas, que não posso te guiar pelo caminho certo – até porque eu nem sei qual é. Num mundo ideal, todos aqueles beijos com propriedades curativas de mães e madrinhas dedicadas teriam validade ilimitada, e eu te reservaria todos os meus. Não sei lidar com problemas de gente grande, eu mesma ainda ensaio meus passos muito vacilantes nessa caminhada. Não sei usar as palavras certas e meus conselhos não valem muita coisa, mas, ó, o carinho é imenso, a companhia, pra todas horas, e você sabe disso. Se precisar, a gente vai repetir de mãos dadas feito mantra: “vai passar”. E vai. Do que me resta, é fazer com que você nunca se sinta só. E te asseguro: eu vou sempre estar aí. Minha casa, lembra?

eu não gosto de flores de

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plástico. é como comprar bolo no mercado, até serve ao seu propósito, mas fica faltando um bocado de carinho e de vida dos quais eu não abro mão.  

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Da sacada

Debruçava-se sobre a grade. Adorava a sensação de vertigem do décimo andar. Tudo tão pequeno lá embaixo. São Paulo parecia uma cialis otc extensa fileira de miniaturas e a Paulista nunca lhe soara tão doce.
Da sacada ela via o mundo. Mas o que gostava mesmo era de ficar de costas para aquele mundo todo e olhar para dentro, ali na sala. Ele no sofá, ela lá fora. Enquanto fumava, ele olhava. Ela sorria, mandava viagra um beijo. Fazia graça do vestido curto. Ele tirava fotos. Muitas. Aleatórias. Ela não queria, fugia, como se pudesse buy cialis online se esconder naquele retângulo que pendia sobre a Alameda Santos.

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Não gostava de ser modelo, gostava de ser fotógrafa. Mas o talento faltava igualmente para qualquer uma das duas funções. Por isso preferia as não fotos. Que não precisam de http://cialisotc-bestnorxpharma.com/ talento, só cialis over the counter de sensibilidade. E de não fotos ela estava cheia. Desde aquele 5 de agosto, uma infinidade delas.

Sinto-me meio lesada toda vez que coloco um pijama. Porque tirando um ou femaleviagra-cheaprxstore.com outro, eu tenho 23 anos e mais de dez pijamas que davam um especial da Disney. O amarelinho de coração. Um com as orelhinhas. Um muito do bonitinho, que eu adoro,que deve ter mais de cinco anos e mais viagra y cialis parece um projeto de pijama porque fica meia bunda de fora.

Adoro escolher otcviagra-norxpharmacy.com pijamas idiotas e, principalmente, ganhar pijamas idiotas. Tão ridículo que fica engraçado. Até andei dando uns tempos dessa coisa Disney e me virando com cuecas e camisetinhas ou pelada mesmo que esse calor não tá dando. Aquela minha mania, maior do que pijamas coloridos e felizes e quase retardados, de cuecas brancas com blusinhas brancas. Mas aí eu vi a coleção nova da Hering e, má beibe, me rendi. Mickey, tecido macio e cinza mescla é um troço que me seduz. Me seduz pra eu não seduzir ninguém, que se femaleviagra-cheaprxstore eu coloco a pantufa junto. Há, ninguém me segura. Não mesmo.

Se alguém inventar uma teoria que relacione pijama e amadurecimento, eu online tablets viagra to frita! Vai ficar bem claro que eu ainda durmo como quando tinha cinco anos. E penso, na maioria do tempo, como will viagra make me harder quem tem cinco anos. “Seu pijama reflete sua idade mental”. Há-há-há, larga o mestrado e volta pro pré!

Cartas para Binah

Conta online viagra de você, fala pra mim, do nosso casamento e das http://viagraonline-cheapbest.com/ suas músicas. cialisonline-lowprice.com Você viagra drug class tem viagra and females feito poesias? Canta

Da gaveta de coisas que valeram a pena – Carta para Arthur

Então, a gente brigou. Na verdade, eu briguei com você. Na verdade verdadeira, nem tivemos uma briga, eu apenas falei um monte de bobagens e fechei a porta. E sem te dar o direito de resposta, coloquei uma pedra sobre tudo que a gente era junto.

A gente era muita coisa, coisa pra caralho! Era muita cumplicidade, era a felicidade de eu poder ter você entre os melhores amigos, era o carinho todo dia de manhã com uma mensagem boa, a troca de músicas incríveis, sua paciência quando eu começava a dissecar letras, nossa alegria quando aproximava o encontro, as conversas sem fim, o amor desmedido…

Eu andava tão besta… A gente deixa a vida fazer umas coisas muito loucas com a gente e eu demorei tanto pra ver o tamanho da burrada. E que burrada, Cintcha! O tempo passa. Cheguei a acostumar com tua ausência. A gente se acostuma com tudo, por pior que seja. Acostumar, né? Esquecer, não. E de repente a memória, mais do que memória, vira nostalgia, quase melancolia, inteira saudade.

E eu fui lá bater na porta que eu mesma tinha trancado e ver se a gente ainda morava lá, mas não se bate a uma porta que a gente mesmo fechou e jogou a chave fora, de mãos abanando… Juntei coragem, muita verdade [algumas que doem, inclusive], um pedido honesto de desculpas, uns arrependimentos, uma vontade descomunal de fazer dar certo, e um medo desgraçado de você me deixar esperando até que eu desistisse.

Você não me deixou esperando, mas também acho que eu não desistiria. Antes de abrir a porta, a gente discutiu lá fora. Desconfiado, você me empurrou uma caixa enorme e pesada de outras tantas verdades e a gente se disse coisas muito duras, a gente teve que se rasgar bastante e se desconstruir outro tanto pra poder ser de novo. Ninguém disse que seria fácil, e se fosse, talvez, não teria sido tão honesto. Eu chorei um bocado, doeu pra caralho, mas pedir perdão não é pedir o esquecimento da mágoa, é deixar que o outro coloque a mão onde dói e diga porque dói e, com sorte [e que sorte eu tive!], diga que dá pra curar. Com mais sorte ainda, juntos.

E, assim, você abriu a porta. Devagar, uma frestinha. Foi meio estranho de começo, e eu até pedi licença pra entrar. Tinha muita coisa ali que não me era familiar porque foram muitas as novidades que eu perdi – um ano é muito tempo. Mas também tinha a curiosidade de conhecer esse tudo tão novo, uma urgência delicada de recuperar o vínculo, respeitando os vazios e a falta que nos fizemos.

Foi bonito, cara. Foi bem bonito e muito foda. Sempre vai ser muito foda ter você na vida.

Eu moro nos amores que vivo, e te digo, de coração escancarado, que é muito bom estar em casa de novo.

A vida é muito curta para não ser feminista

A vida é muito curta para que censurem suas roupas, seus desejos e seu tesão. A vida é muito curta para deixar que ele fale mais alto, fale por último, seja dono da sua verdade. A vida é muito curta para sentar de pernas cruzadas e nunca na calçada. A vida é muito curta pra passar metade dela se equilibrando num salto quando se prefere andar descalça. A vida é muito curta para beber menos, sair pouco, espera-lo em casa quando se quer ganhar o mundo. A vida é muito curta para conter abraços, gestos largos, gargalhadas altas. A vida é muito curta para se calar, se fechar, viver à sombra, se anular. A vida é muito curta para zelar por uma reputação que nunca nem se quis. A vida é por demais curta para se guardar quando se tem vontade de voar. A vida é muito curta para abrir mão de suas escolhas, de sua história, de seus planos e, sobretudo, de seus sonhos. A vida é muito curta para viver dizendo “sim, senhor”. A vida é muito curta para que roubem seu palanque, seus direitos, sua liberdade e se apropriem de seu discurso. A vida é muito curta para que seu corpo não seja seu, sua mente não seja sua, a vida é muito curta para regras que nunca se quis seguir. A vida é muita curta para se fazer caber em tantos quadrados, expectativas. A vida é muito curta para sentir tanto medo. A vida é muito curta para não fugir, não sangrar, não escancarar. A vida é muito curta, caralho, como ela é curta, para que sua voz não seja ouvida, para que a impeçam de gritar, para que a impeçam de rasgar sua dor. A vida é muito curta pra se ser coadjuvante da própria trajetória. A vida é muito curta pra não lutar. A vida também é muita curta para mudar o mundo, mas nada nos impede a tentativa, muito menos a esperança. Nada pode ser mais recompensador do que fazer a diferença. A vida é muito curta para velarmos nossos corpos ainda respirando. Eles respiram. Por nós, por elas, por todas, a vida é

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muito curta pra não ser feminista.

A frequência das conversas diminuiu consideravelmente até que deixassem de ser compromisso [seríssimo e honradíssimo] das horas vagas [eram muitas as horas vagas]. Seu nome deixou de aparecer no topo de listas de chats em http://genericviagra-toprxstore.com/ redes sociais, e procurando por você no meu email, nenhum registro nos últimos dois meses. Eu sabia, mas pareceu novidade quando constatei. Zero a zero.

Achei no meio da agenda um rascunho do cartão de Natal que te entreguei no viagra generic aeroporto, não lembro se ele continha o texto da versão final ou se era apenas uma ideia, o fato é que, se foram aquelas palavras cialis and grapefruit que você recebeu, eu menti. Em minha defesa, eu também acreditei em cada uma delas. Não foi blefe. Garanto.

Quando eu tive certeza que a cialisonline-certifiedtop gente tinha encontrado um meio de estar junto muito nosso e muito especial, quebramos. O que diz muito sobre minha intuição bem bosta pra essas coisas do canada pharmacy job market amor e que, infelizmente, não se recompensa em mesas de carteado e apostas. ms cialis Nem no jogo, nem no amor, sintonia foi uma sorte que, se bateu na minha porta, saiu correndo.

No fim, fracassamos no timing, não na intensidad, ainda que você tenha sido muito esperto no corte seco da buy cialis generic tacada final. Sobrou foi nada, saudade, acho, mas sem desejo. [Saudade não necessariamente nos fala sobre voltar a certo ponto, mas sobre reconhecermos que aquele ponto nos fazia felizes lá, hoje não mais.]. Às vezes pharmacy online eu ainda quero saber como http://genericviagra4sexlife.com/ cialis in generic form você tá. Carinho. Mas você deixou cialis dosage 5mg or 10mg as portas bem trancadas. E viagra actress há muito eu não tenho as chaves. Justo.

Não queria soar formal, mas devo um obrigada muito sincero a você por ter sido tão certeiro e por ter me ensinado tanto em tão pouco tempo. A vida cialis bph treatment ficou mais leve depois que você passou por aqui, e eu aprendi a ser mais leve mesmo depois que você foi embora. Inegável que marcamos muitos pontos. E em tempos de tanto canadianpharmacy-drugstorerx.com jogo sujo, fico feliz por reconhecer que, apesar de tudo, saímos ganhando. Nunca adversários, muito mais do que parceiros. Game over.

quer se encaixar depois quer mudar a si ao mundo não cabe em si, transborda é preciso caber em si no mundo quanto

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mais cabe menos se suporta  

Anticlímax

Desisti de trabalhar na mesa e fui pra sala. Liguei a TV, e enquanto resolvia uma treta e outra, passava uma comédia romântica. De início, era do tipo que eu odeio… Mas não posso negar que já fui muito apegada àquelas histórias, bem, eu já fui noiva, eu já acreditei em amor eterno, já acreditei em monogamia e já achei que o feliz pra sempre era pra sempre com a mesma pessoa e que meu feliz pra sempre só seria feliz pra sempre se fosse com alguém. E o filme era sobre isso, uma daquelas histórias, uma mocinha muito simpática e bonita pastava na mão do moço egoísta, machista e burro. Ela batalhava pela aceitação dele enquanto sonhava que ele recolheria as meias e a ajudaria a lavar os pratos, reconheceria, enfim, o papel dele no relacionamento [ainda que ela estivesse exigindo muito menos do que deveria] para que eles pudessem atingir seu final feliz.

Coma alguma indiferença até que acompanhei o que se desenrolava naquele roteiro que me parecia tão ordinário. E era. O final? Bem… Diferente do que eu imaginava, eles não se acertaram. A mocinha entendeu que depois da separação conturbada, algo que os mantinha unidos se perdeu e o felizes para sempre deles não era um com o outro. Não vou indicar o filme porque apesar do final ter me feito pensar sobre muitas coisas, continua sendo uma comédia romântica não romântica ainda muito da besta, e longe do que considero um filme bacana sobre superação, sobre emancipação, sobre amor próprio e sobre o que entendo hoje como um relacionamento perfeito.

Quando olho ao meu redor e vejo o esforço das pessoas em se prenderem a alguém como se disso dependesse seu sucesso na vida, eu sinto o quanto somos levianos nisso de deixar-se amar e amar. Cada vez que me dizem que já está na hora de eu arrumar um namorado sério eu me arrepio dos pés até a cabeça, não porque estou traumatizada com algumas coisas que deram errado, não mesmo, essas coisas deram errado no final e nem por um segundo me fizeram deixar de acreditar no amor, me ensinaram muito até, é só que eu acho que esse modelo não me serve… E eu espero que nunca sirva, se servir novamente um dia, será um sinal claro de como eu simplesmente me deixei levar pelo que as pessoas esperam de mim.

Eu realmente acredito que podemos amar uma pessoa e querer estar só com ela e que isso, de repente, veja só, pode realmente durar, mas eu acredito ainda mais num relacionamento que permita ao outro a liberdade de ser quem ele é, de exercer sua sexualidade e liberdade e afetividade, que acordos e concessões devem ser feitos e que respeito e lealdade são mais importantes do que fidelidade enquanto essa fidelidade que pintam por aí: prender seus desejos e vida numa corrente e essa corrente a uma outra corrente para que você possa arrastar corrente com alguém até que a morte os separe.

Comédias românticas nos dizem o tempo todo que devemos engolir o que for preciso porque precisamos passar por isso para merecermos um happy end. Que precisamos nos humilhar, que precisamos engolir as grosserias do outro, que precisamos passar por um longo caminho de infelicidade, como se fosse provação, para que alcancemos o ápice do que nossa vida amorosa possa nos dar. E que isso tudo, de preferencia, tem que acontecer antes do trinta.

Se eu pudesse dar um conselho às meninas de 13, 14 anos seria esse: não assistam às comédias românticas. Não deixem que digam a vocês que vocês precisam passar pelo inferno para merecer o céu e que o céu só é céu se você tem alguém, formou uma família. Não deixem que a Jennifer Aniston convença vocês de que o melhor sonho que uma mulher pode ter é o do casamento feliz. Somos mais do que um casamento bem ou mal sucedido. Mal nenhum em desejar um casamento bem sucedido, mas não é justo que vivamos para que o nosso melhor seja ser ~uma boa esposa~, uma esposa de comédia romântica que depois de acertar as arestas do seu relacionamento só pode sonhar em ser mãe.

É muito pouco, mas é o que exigem de nós o tempo todo em almoços de família, ou quando te olham com alguma indiferença porque você realmente parece estar vivendo sua vida sem se preocupar com todas essas ~obrigações~. Aliás, eu não recebi esse comunicado acho. Esse comunicado que me obrigada a estar dentro de um padrão que aprisiona. Eu quero estar cada vez mais livre e mais dona das minhas escolhas. Eu quero poder escolher de repente o que parece tradicional, mas quero poder fugir totalmente disso e não me sentir uma pessoa horrível quando digo que casar já não faz mais parte dos meus planos.

Aliás, que coisa estranha. Esperam que você sonhe com casamento antes mesmo que você conheça alguém com quem sinta vontade de casar. Sei lá, casamento pode ser uma consequência adorável, mas não deveria ser uma meta. Não deveria ser culturalmente imposto como meta. Eu já sonhei com o casamento antes mesmo de me dar conta que aquele com quem eu casaria não tinha nada a ver comigo, mas eu sonhava com casamento e só seria feliz se fosse casada, vejam vocês, aos 23 anos. Aos 26, eu gosto bem mais de mim, solteira, exercendo minha sexualidade como ela me cai bem e simplesmente não me preocupando que as coisas se tornem “mais sérias”.

Eu estou sempre apaixonada, eu estou sempre amando, é meu jeitão. Eu estou amando agora, mas do nosso jeito encontramos um meio de preservar o que nos é mais caro: a liberdade. Eu não preciso me prender para viver plenamente o meu amor, e o que mais me faz feliz nessa liberdade é saber que se está bom para os dois, continuaremos ali, mas a partir do momento que isso ferir mais do que fizer feliz, eu não tenho uma conta pra acertar com o mundo, apenas conversaremos, nos entenderemos e botaremos um fim, porque eu nunca mais fechei a porta pra vida.

Minha liberdade ocupa agora um espaço que antes era do ciúmes, da obsessão, da desconfiança e da insegurança. Minha liberdade deu mais espaço pra mim. E esse é um espaço que eu quero ocupar e estou me acostumando a ocupar por inteiro. Se for pra ser romântico e engraçado, problema nenhum, mas que seja nosso, que seja por mim e por quem estiver comigo. Que seja leve e respeitoso e que não necessariamente seja explicável ou compreensível pra quem está de fora. Essa, mundo, eu vou ficar te devendo. O papel de mocinha não é meu mais.

sobre jaquetas jeans com caráter e amor de bicho solto – ou o que eu aprendi em 2013

deixar-se livre é dessas coisas mais bonitas que aprendi com as porradas que o coração levou. deixar-se livre significa muitas coisas, entre elas, que estar sozinha é bom, que estar com alguém também é bom, que esse “estar” pode ser de muitos jeitos e que “bom” é aquilo que te cai bem naquele momento.

não tem muito isso de “eu era assim, agora sou assim”, parei de ficar tentando definir demais as coisas numa tentativa de explicar pra mim mesma e apreender tudo o que acontece comigo. não que não seja importante refletir sobre sentimentos e situações, mas parei de tentar encaixar tudo em quadradinhos que fizessem sentido, resolvi deixar solto. e me vi assim, muito bicho solto também, nesse meio de caminho.

e bicho solto não significa, talvez, não se prender. significa deixar que os encontros fluam com mais liberdade, significa permitir a esses encontros a possibilidade de serem o que vieram pra ser, ainda que seja pouco, ainda que seja muito, ainda que seja diferente de tudo que eu já vivi, mas gosto de pensar que são o bastante.

libertador.

não tento convencer a ninguém de que esse é o melhor jeito de se levar, mas me pareceu tão bom por agora que, nossa, deu vontade de dividir. fazia tempo que eu não dividia isso de sentir, porque eu sempre deixava pra dividir o que era dor, o que era aperto, o que era sufocante e exaustivo, eu escrevia para transbordar. escrever com essa paz é muito novidade pra essas bandas de cá.

gosto de gostar assim e de estar assim. fico bem. demorei a descobrir que nem tudo precisa ser desesperado, ainda que não signifique que não será intenso.

nisso de ser bicho solto eu andei arrastando minha jaqueta jeans muito velha e muito cheia de caráter por mais lugares, conheci mais pessoas e tenho vivido meu tempo numa conta mais frouxa. e o espelho não mente: tá tudo bem agora.

não sei se estou bicho solto ou se sou bicho solto, mas gosto de pensar que bicho solto é como um passarinho que você não prendeu na gaiola, mas que sempre volta pra cantar na sua janela. porque, eu sei, eu sempre volto, mas gosto de pensar que agora eu não “preciso”. eu volto porque a vida me faz voltar, e nessas voltas, os encontros fluem, se desenrolam, mas o sentimento não é jaula mais. deixar livre – a mim e ao outro – é minha única resolução de ano novo.

eu achei uma foto nossa hoje. velha. a gente tinha não mais do que quinze dias de namoro. parece que de lá pra cá cialisonline-lowprice.com se passaram uns dez anos, mas foi só um. online cialis a gente tá com um sorriso bom, leve, não estávamos olhando pra câmera, decerto, era pra algum dos nossos tantos amigos em comum que a gente illegal drugs online pharmacy olhava,

a gente ainda olhava junto, na mesma direção. ali ainda não cialisonline-lowprice tinha briga, não tinha desentendimento, não tinha arrependimento, nem certeza de porra nenhuma, ali que era bom. as mãos dadas [mas, sabemos, mesmo nos piores momentos, sempre estivemos com as mãos entrelaçadas, era uma coisa muito nossa. porque era o tempo todo], cialis patent expire date os ombros encostando, quase dividindo o mesmo espaço… bonito. bonita a cena, bonito você. você tava muito bonito com aquela camiseta rosa. ainda outro dia eu te guardava com um certo receio dentro de mim, mas hoje, olhando aquela foto, eu entendi porque tinha dado pra te guardar com amor. você pode negar o quanto quiser, mas tivemos nossos bons momentos. é nessa caixinha de bons momentos, com essas fotos bonitas, com esses dias felizes, com essas recordações genericviagra4sexlife.com que deixam o coração alegre por saber que viveu tudo isso, que eu vou te guardar. você que me guarde onde quiser. que jogue fora, se achar online pharmacy rx 24 melhor. eu não. eu te guardo com a melhor lembrança do melhor amor que te dei. acabou, mas algo em mim diz que valeu a pena. :)

amaciante

tem dias em que eu me sinto triste

nesses dias eu coloco a roupa pra lavar no ciclo mais longo

nível máximo de água
programa pesado
performance turbo
seleciono dois enxágues
repito o centrifugar

só pra ter certeza de que alguma coisa nessa vida dura mais do que três horas

 

 

 

casa

“for so long I was out in the cold,
and I taught myself to believe every story I told.
it was fun hanging over the moon, heading into the sun,
but it’s been too long.
now I wanna come home.”

o que é a casa?
é onde a gente sabe que vai descansar os pés quando chega de viagem? é de onde saem as nossas malas, mas pra onde sempre voltam?
a casa é a da infância? é a temporária enquanto a gente ainda tá morando com uns amigos? é onde a gente vai descansar depois que os filhos estiverem criados?

minha mãe diz que a minha casa é a dela, mas eu fui embora. sei que minha casa não é mais lá.

meus amores me dão suas casas, mas é uma casa que dura o tempo do amor , é a casa do nosso amor, não a minha. sou eu quem vai embora quando o amor já não mora mais ali.

e, então, pensando sobre esses espaços ocasionais demais pra chamar de casa, uma amiga veio com a resposta: a casa é você.

[pausa dramática]

óbvio, cintcha.

e, de repente, não me sentir em casa, me fez pensar que isso é sobre mim, não sobre espaços. a casa sou eu, e ela precisa de reformas. chega de só empurrar os móveis para uma parede menos tediosa.

o espaço que eu preciso pra chamar de meu, não é físico. sou eu que preciso me chamar de minha. e ficar bem com isso.

the rain song

bonito da vida é isso
saber que em algum lugar da vila
num jardim coberto de primaveras
tem alguém te querendo bem
e sorrindo

a minha jaqueta de couro

nem era velha
mas tem todas as cores de bebida
todos os cheiros de cigarros
farelos de drogas nos bolsos
um botão despencando
um ziper que não fecha
um arranhão feito numa porta de ferro
uma rachadura na gola
uma saudade de você
é o teto de uma estranha
mandei lavar
espero que não volte

Cartas pra Binah

Já te disseram o quanto são lindas as suas mãos? Dedos longos, longos… Lindos… Lembro de você chegando com pulseiras que faziam barulho, parecia uma cigana… A saia comprida, a bolsa de franjas e um olhar de quem poderia ganhar o mundo a qualquer momento. Esse seu olhar é dessas coisas nas quais eu me demoro porque gosto de me perder, suas pupilas contam revoluções que ainda estão por vir, dá pra conhecer o universo nos seus olhos. O tempo todo. Tanta poesia, você exala poesia. O jeito de andar, uma preguiça gostosa quando acarinha meus cabelos. Gosto que você goste deles. Parece que meus cachos foram feitos na medida certa para que seus dedos morem ali. Por mim, seria seu endereço fixo. E eu moraria na suas mãos. Entregue.

Coloca Caetano pra gente adormecer, meu amor. E se não for pedir muito, cante, cante, porque quando você canta eu fico em paz.

aprendendo a ficar só
a não olhar para o relógio mendigando voltas
aprendendo a ficar comigo
e só comigo
sem me aborrecer com as olheiras
com as saudades
com as viagens que o corpo dá
pra não voltar pro mesmo tempo
aprendendo a desfazer as malas
e ficar
reconhecer meus lugares
e esquecer lá
lá era bonito
mas não me comporta mais
lá tinha amor
mas não tem mais
aqui é recomeço
aprendizado
paciência
um pouco de dor
e alguma esperança
de que lá volte a fazer sentido

descascou tomates
picou temperos
tinha mão boa para temperos
colocou na panela e deixou refogar
refogou
refogou
abriu um vinho
chorou
com as cebolas
acertou a mão no açúcar
acertou no sal
tomou mais vinho
terminado
jantou com a saudade

tanta coisa

deveria doer menos pressentir tua sombra naquela calçada. e deveria doer menos ter certeza de que você estava ali. deveria doer menos encontrar a porta trancada e não ter mais a chave. deveria doer menos cruzar as nossas ruas, os nossos amigos e os nosso bares. deveria não me arrancar um pedaço imaginar teu cheiro na minha roupa e minhas roupas pelo chão da sala. deveria não doer tanto imaginar que outro alguém pode estar na nossa cama. deveria não me dar vontade de gritar cada vez que eu te desejo com a força de quem ainda ama e não consegue lidar com o fim. deveria estar aí. aqui é tão mais frio. deveria ter dado certo. deveria não ter te conhecido.
deveria não desmoronar.
a gente.
eu.

home office

é preciso comprar café e um doce (sorriem) quando eu for tirar o lixo me lembre já desço com o dinheiro quer um sorvete? vem vamos e o café?

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ih… deixa pra lá ainda trabalho mais um pouco eu também gosto tanto do que? seus pés roçando nos meus o dia inteiro

quinze minutos

quanto tempo terá perdido com seus cigarros? não falo do tempo em que fuma e faz qualquer outra coisa, mas do tempo em que saiu para fumar. ou só permaneceu na singularidade de fumar. apenas fumar. distraindo-se, quem sabe, com alguma paisagem, alguma janela, alguma rachadura na parede. ou pensamento fixo – no trabalho que não sai, no fim de semana que não chega, no passado que não se esquece, no tempo que não passa, na saudade que não passa. ou na morte que não vem. quanto tempo terá perdido com seus cigarros? nunca muito tempo. mas muito mais tempo desde que o moço bonito foi embora.

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