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13 de setembro de 2008

Ah, beibe. Má beibe. Senta aqui e vamo falar de amor. Você não quer falar de amor. Você gosta de falar de rock e seu rock nunca fala de amor. Nem de mim. Eu acreditei que seria, mas seria era muito pouco pra minha esperança aos 17. Então eu fugi e descobri que foi melhor assim. E agora, eu aqui, toda pós-utópica me procurando nas tuas canções, essas que você faz enquanto cheira ou toma doce. Mas não me acho, nem nelas, nem em mim mesma. Um delírio lissérgico. Pós-fuga, tentando voltar. Querendo me chamar Melissa, só pra você me cantar Allman Brothers. Tentando voltar no tempo pra fazer caber. Aquele tempo em que você tocava na rádio e tinha tempo. Madrugadas inteiras pra mim. Quando você

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me fez um blues, lá em 2005 e tocou hoje como se eu não o conhecesse, como se não fosse meu e você não tivesse me dado entre o beijo e o bom dia. Sempre louco demais pra lembrar. Não fui tua melhor garota. Mas teu blues foi meu melhor delírio.

Acho que não é uma questão de amor, é uma questão de doença. Não é uma questão de esquecer, é uma questão de cura.

-Um bom médico e uma dose cavalar de algum remédio

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que resolva, por favor.

Que seja rápido e indolor porque já demorou e doeu além do suportável – e é preciso que as defesas voltem logo ao normal.Injete na veia. Tratamento de choque. Qualquer coisa que funcione, qualquer coisa definitiva… Só baixar a febre já não adianta mais. Fratura exposta não

 

 

Da gaveta de coisas que valeram a pena – Carta para Arthur

Então, a gente brigou. Na verdade, eu briguei com você. Na verdade verdadeira, nem tivemos uma briga, eu apenas falei um monte de bobagens e fechei a porta. E sem te dar o direito de resposta, coloquei uma pedra sobre tudo que a gente era junto.

A gente era muita coisa, coisa pra caralho! Era muita cumplicidade, era a felicidade de eu poder ter você entre os melhores amigos, era o carinho todo dia de manhã com uma mensagem boa, a troca de músicas incríveis, sua paciência quando eu começava a dissecar letras, nossa alegria quando aproximava o encontro, as conversas sem fim, o amor desmedido…

Eu andava tão besta… A gente deixa a vida fazer umas coisas muito loucas com a gente e eu demorei tanto pra ver o tamanho da burrada. E que burrada, Cintcha! O tempo passa. Cheguei a acostumar com tua ausência. A gente se acostuma com tudo, por pior que seja. Acostumar, né? Esquecer, não. E de repente a memória, mais do que memória, vira nostalgia, quase melancolia, inteira saudade.

E eu fui lá bater na porta que eu mesma tinha trancado e ver se a gente ainda morava lá, mas não se bate a uma porta que a gente mesmo fechou e jogou a chave fora, de mãos abanando… Juntei coragem, muita verdade [algumas que doem, inclusive], um pedido honesto de desculpas, uns arrependimentos, uma vontade descomunal de fazer dar certo, e um medo desgraçado de você me deixar esperando até que eu desistisse.

Você não me deixou esperando, mas também acho que eu não desistiria. Antes de abrir a porta, a gente discutiu lá fora. Desconfiado, você me empurrou uma caixa enorme e pesada de outras tantas verdades e a gente se disse coisas muito duras, a gente teve que se rasgar bastante e se desconstruir outro tanto pra poder ser de novo. Ninguém disse que seria fácil, e se fosse, talvez, não teria sido tão honesto. Eu chorei um bocado, doeu pra caralho, mas pedir perdão não é pedir o esquecimento da mágoa, é deixar que o outro coloque a mão onde dói e diga porque dói e, com sorte [e que sorte eu tive!], diga que dá pra curar. Com mais sorte ainda, juntos.

E, assim, você abriu a porta. Devagar, uma frestinha. Foi meio estranho de começo, e eu até pedi licença pra entrar. Tinha muita coisa ali que não me era familiar porque foram muitas as novidades que eu perdi – um ano é muito tempo. Mas também tinha a curiosidade de conhecer esse tudo tão novo, uma urgência delicada de recuperar o vínculo, respeitando os vazios e a falta que nos fizemos.

Foi bonito, cara. Foi bem bonito e muito foda. Sempre vai ser muito foda ter você na vida.

Eu moro nos amores que vivo, e te digo, de coração escancarado, que é muito bom estar em casa de novo.

aprendendo a ficar só
a não olhar para o relógio mendigando voltas
aprendendo a ficar comigo
e só comigo
sem me aborrecer com as olheiras
com as saudades
com as viagens que o corpo dá
pra não voltar pro mesmo tempo
aprendendo a desfazer as malas
e ficar
reconhecer meus lugares
e esquecer lá
lá era bonito
mas não me comporta mais
lá tinha amor
mas não tem mais
aqui é recomeço
aprendizado
paciência
um pouco de dor
e alguma esperança
de que lá volte a fazer sentido

descascou tomates picou temperos tinha mão boa para temperos colocou na panela e deixou refogar refogou refogou abriu um vinho chorou com as cebolas acertou

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a mão no açúcar acertou no sal tomou mais vinho terminado jantou com a saudade

tanta coisa

deveria doer menos pressentir tua sombra naquela calçada. e deveria doer menos ter certeza de que você estava ali. deveria doer menos encontrar a porta trancada e não ter mais a chave. deveria doer menos cruzar as nossas ruas, os nossos amigos e os nosso bares. deveria não me arrancar um pedaço imaginar teu cheiro na minha roupa e minhas roupas pelo chão da sala. deveria não doer tanto imaginar que outro alguém pode estar na nossa cama. deveria não me dar vontade de gritar cada vez que eu te desejo com a força de quem ainda ama e não consegue lidar com o fim. deveria estar aí. aqui é tão mais frio. deveria ter dado certo. deveria não ter te conhecido.
deveria não desmoronar.
a gente.
eu.

home office

é preciso comprar café e um doce (sorriem) quando eu for tirar o lixo me lembre já desço com o dinheiro quer um sorvete? vem vamos e o café?

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ih… deixa pra lá ainda trabalho mais um pouco eu também gosto tanto do que? seus pés roçando nos meus o dia inteiro

quinze minutos

quanto tempo terá perdido com seus cigarros? não falo do tempo em que fuma e faz qualquer outra coisa, mas do tempo em que saiu para fumar. ou só permaneceu na singularidade de fumar. apenas fumar. distraindo-se, quem sabe, com alguma paisagem, alguma janela, alguma rachadura na parede. ou pensamento fixo – no trabalho que não sai, no fim de semana que não chega, no passado que não se esquece, no tempo que não passa, na saudade que não passa. ou na morte que não vem. quanto tempo terá perdido com seus cigarros? nunca muito tempo. mas muito mais tempo desde que o moço bonito foi embora.

Fernanda (ainda)

Será, Fernanda, que você ouve Neil Young? Talvez você tenha comentado. Que ama ou odeia. Em algum momento da vida a gente tem que se posicionar sobre Neil Young. Talvez eu não tenha prestado atenção, talvez não tenha sido comigo. Que ciúme. Que ciúme só de imaginar que você conversou sobre Neil Young com alguém. Ou com alguéns. Que a conversa tenha estado boa o suficiente pra chegar nesse ponto. Ou porque um garoto espertinho tenha sugerido esse assunto [depois de um longo silêncio, para ver se recuperava seus olhos que poderiam estar perdidos num guardanapo entre os dedos.]. Mas me diga, Fernanda, porque ainda há tempo, o que você acha de Neil Young? E se der vontade, comente também sobre Johnny Cash, por favor. Mais do que dizer se gosta, diga o porquê. Esmiúce seu gostar. Falo em gostar porque imagino que você goste. É mais legal pensar que você gosta. Porque dá vontade de te levar pra um bar e conversar sobre essas coisas. Eu quero saber pormenores. Quando conheceu, como conheceu, que música ouviu pela primeira vez. Você deve se lembrar. O toque de um vinil riscado na casa dos tios, uma rádio que lhe deixou curiosa, a descoberta solitária em uma loja de discos. Conta mais, Fernanda. Porque eu preciso saber. E ouvir.

Fernanda

Tão bonita a menina
Dos olhos mais bonitos que já vi
De cabelos igualmente bonitos
De sorriso qualquer coisa que eu nunca sei

Será que sabe a menina
Que pros olhos dela eu olho o dia inteiro
E que pro beijo dela eu guardo meus sonhos

Que bonita a menina!
Quantos sorrisos me rouba
E com que olhos me come
até deixar em mim o seu batom

Não-conversas com Adelaide

Será que você sabe Adelaide Que eu coleciono teus nus Os teus e os de quem tu fotografa por aí ? Será que você

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sabe Adelaide Que eu reviro tuas fotos Buscando as palavras que nunca trocamos Ai Adelaide Como dói essa saudade

Monólogo de insone [n˚ sei lá perdi as conta]

“É isso que você quer da vida?” E eu sonhei com alguém me fazendo essa pergunta. Pela situação, me parecia uma espécie de psicólogo, analista. Nunca fui. Apenas usei as referências de cinema, de como as coisas se dispõem nesses consultórios, dos cenários que já produzi e concluí que era algo assim. Também, quem mais me faria essa pergunta? Assim… de uma maneira tão direta? Tão, tão… Tão obscena? Expondo a mim mesma essas coisas que a gente finge que não vê quando empurra com a barriga? Eu acordei quando ia responder. Não ouvi minha resposta. O que será que eu diria? Sobre o que exatamente seria aquela pergunta? Sobre meu trabalho? Sobre minhas escolhas? Sobre minha casa? Sobre essa liberdade que me impus durante tanto tempo pra esquecer que eu estava presa? Como seria oalívio que eu

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sentiria se tivesse respondido? A pergunta martelou o dia todo. É isso que você quer da vida? E eu olhei pra minha vida como quem vê o próprio carro em movimento só por esticar a cabeça pra fora. O carro tá meio desgovernado. Se eu fosse responder de um jeito debochado, eu diria: “é óbvio que não, eu queria ser rica, herdeira e cagar na cabeça dos meus desafetos”. Se fosse pra responder de uma maneira simples, diria que sim, é isso que quero. Tá tudo bem, sabe? Nada dando errado. Algumas coisas dando mais certo do que a gente imaginava =], tudo em paz. Mas na hora do almoço eu parei pra pensar e entre a garfada de alface e o gole de tubaína, veio o soco no estômago. O mesmo soco de quando Pedro me perguntou quais são meu projetos. Bem, eu tenho sonhos, mas não tenho projetos. Foi isso que respondi. Foi isso que me martelou o dia todo. De novo. Sonhos. Muitos sonhos. Sonhos de tudo ao mesmo tempo agora, amanhã e depois. Sonhos gigantes mesmo. Mas continuam não sendo projetos, e eu me vi caminhando numa paralela a esses sonhos todos… Como quem os namora de longe, mas não pega o mesmo caminho. “Típico de gente romântica, intensa e nada prática”, sentenciou a amiga. “Ninguém nunca sabe”, disse o amigo confortando a mim e a ele mesmo. Mais um. E o que a gente faz com isso? Que eu faço com isso? Isso, no caso, esses projetos, essa vida que eu vou levando, a vida que eu gostaria de levar, a vida que eu deveria levar. Não há mais o olhar incisivo do cara do sonho, eu não preciso responder essa pergunta a ninguém, mas a angústia da dúvida, continua. Eu não sei o que dizer sobre isso. Isso, esse isso enorme e incerto que, na verdade, sou eu. Um eu muito inconveniente.

Deixa amar


Abrindo mão do juízo pra deixar amar. Pra não ficar amargurando em agosto os novembros que nunca foram.

Deixa amar sem tantas regras, sem tantos porquês, sem ficar justificando como se o amor requeresse essas atas todas. Deixa amar soltinho, sem regular paixão, nem mais uma dança.

Deixa ficar pro café e pro almoço, se quiser. Deixa estar que está bom assim. E se deixando ficar, forem embora, é importante que se deixe ir. Porque deixar amar é isso também.

Deixa amar o meu amor bonito.

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Lindo que só. Dá até gosto. Deixa amar o calor dos infernos e no calor dos infernos. Deixa amar que é preciso que as coisas possam acontecer.

Deixa amar e deixa livre.
As gentes.
Os amores.
Os corações.
Os sonhos.

Deixa amar a multidão e deixe que ela se ame inteira.
E toda.
E nua.

Deixa amar. Por menos proibições, por menos pode isso ou aquilo, por menos discussões, por menos tanto cercear dessas vontades que a gente nem nunca quis controlar.

Deixa amar sem alinhamento justificado, deixa amar torto mesmo que se é amor, é de bem. Deixa reproduzir sem fonte, deixa citar o amor dos outros para convencer o meu de se amar pra mim. Tanto refrão e poesia pedindo pra ser amor por aí, você não há de negar.

Deixa amar as coisas que carregam sentimentos e os sentimentos que demandam cuidados. Deixa amar as ruas que me levam até lá, as canções que ensaiei pra ele no meu tom desajeitado. Deixa amar. Que não é de direito interferir assim nas minhas escolhas. Em teus muros eu vou pintar a minha fé.

Deixa amar quantos couberem e derem. Quantos quiserem. Quantos forem necessários para que essa ânsia de amor se cure e se acalme ou se aflore duma vez.

Deixa amar para que a gente veja amor por aí. Transpirando por janelas e portas e sorrisos e perdões. Deixa amar para que o amor entre. E se instale. Não é preciso mostrar o caminho, se deixa, ele bem sabe onde ficar.

Coração coisado

“Bate uma a outra faia”. Não é doença, não é saudade, não sei, mas tá coisado.

Talvez um pouco de tudo e tão junto que deixe a gente assim, coisado por inteiro. Vendo graça onde não tem, suspirando entre sentir o peito apertar de tão pequeno para no outro segundo se esticar querendo abrigar o mundo.

Coisado é isso que a gente não sabe ou não quer definir.

É uma coisa acontecendo.

E as coisas podem ser tantas e são… Não dando intervalo nesse acontecimento todo pra gente entender o que se sucede pros lado de cá, muito menos o que se sucede pros lado de lá.

Ai.

Coração coisado… Dá medo. Natural. A gente não se sente livre o suficiente pra gritar a coisa por aí [que coisa?], mas também não aguenta mais esconder e fica aqui coisando entre dar pistas e guardar segredos.

Quanta coisa!

Se fosse simples, tinha nome e sobrenome e data de nascimento. Mas não tem. Para o desespero de quem precisa precisar tudo, coração coisado te deixa sem noção de medida, de certo ou errado, de fica ou vai embora.

As vontades que vêm, as assombrações que te empurram, os desejos que te jogam prum lado e pro outro de um quarto fechado procurando respostas pra depois você sair sem resposta alguma e achar que está bom estando assim.

Coração coisado pra te deixar sem chão procurando teto, pra te fazer usar antônimos bobos em construções óbvias. Te fazendo calar em quandos que você geralmente gritaria. Com todas as inseguranças próprias do que não se calcula, mas que a imaginação não deixa em paz.

Coração coisado pra ficar mais humano. Pra fazer a gente chorar e rir e se sentir viva de novo. Alguma coisa acontece e eu, que não entendo nada de nada, fico aqui esperando a coisa criar raíz e nome ou só tomar mais um pedaço de mim.

O drama do não-drama

Quantos cialisotc-bestnorxpharma.com cigarros para sossegar uma ânsia que não purchase cialis é minha? Dois maços pra esquecer um ‘e se…’ que não deveria me inquietar. Comprando tuas dúvidas e dívidas pra me aliviar da culpa de ser feliz. Tormento de, pela primeira vez, ter

buy cialis online sido a escolhida e não saber lidar com quem fica pra trás, tão mais fácil era chorar e lamentar pelo que não foi. Não mais fácil, mas era o female viagra costume. http://buyviagraonline-rxstore.com/ A verdade é que é mais fácil

ser heroína coitadinha que protagonista bem resolvida.

Conversas com Leticia

“Fiz um quadro chamado “Adeus”.
Todos os dias olho pra ele e me sinto quase aliviada.”

Foi o que ela disse. E esse foi seu próprio adeus mais sincero de todos. Como quem cansa da gestação de dores e saudades e frustrações e pedidos de desculpas que nunca foram ditos ou aceitos, ela pariu o adeus que desse conta de tanto ponto final pendente. Mais que parir, creio que ela tenha vomitado.

Creio que tenha usado a mesma violência que usa quando escreve. Uma violência que menos tem a ver com a violência que primeiro te vêm à mente quando se pensa em violência e mais com a verdade rasgada e crua e sem prólogo a que ela me acostumou. Ou talvez tenha sido delicado, só para violentar minha mania de certezas.

Queria poder olhar para o quadro e sentir se ele também daria conta de aliviar um adeus especifico, ou todos os adeus que ficaram pelo caminho. Os meus. O meu e o dela. Eu sabia que nunca olharia para o quadro, eu sabia que continuaria lidando com a vida do adeus. Talvez eu devesse seguir seu exemplo. Talvez eu devesse tentar escrever o meu próprio.

Não. Ao escrever eu me explicaria, eu inclinaria entre as dores mais bonitas de explorar em detrimento das menos poéticas, mas tão fortes quanto. Não seria um adeus, seria mais uma poesia, dessas que eu faço falando de saudades, mas que não me libertam da saudade, só me fazem senti-la com mais força.

Não sou tão boa em sintetizar o inexplicável, a sensação, o gesto, o sentimento, o que quer que signifique o que ela chamou de “Adeus”… Eu queria realmente poder olhar uma vez para o quadro. E tentar não descreve-lo mentalmente. Eu queria só senti-lo, sentir o quase alivio. Vomitar os nós que as despedidas largaram pelo caminho. Eu queria uma cura, uma chance, eu queria tirar o peso das minhas escolhas erradas.

Se eu conseguisse, chamaria de Arrependimento. Porque eu ainda preciso desse passo antes do ponto final.

Do drama, das músicas e do nada.

Coração despedaça de saudade. E de cabelo molhado a gente vai ao bar, curar o descompasso de um choro que não se fez cessar no banho. Quantas foram as músicas que eu quis pra mim. Cantar de olhos fechados pra suspirar “é nossa”. Nunca foram. Nem minhas, nem deles… Não contaram minhas histórias naqueles refrãos mais bonitos. Minhas lembranças ainda são escravas das coisas que não deram certo. Versos e versos em que eu quis me achar. Tão mais doses pra esquecer do que pra lembrar. Rimas idiotas e acidentais porque eu já me acostumei a rimar amor com dor. Uma música que fala de amor e de tristeza e não necessariamente te lembra uma história específica, mas te joga na cara todas as vezes em que você falhou miseravelmente nisso de ser feliz fazendo alguém feliz também. Um esboço feito por outras mãos dos rascunhos que foram esse amontoado de ‘ir embora para nunca mais’. Um cigarro, por favor, pra digerir esse nó que nunca foi plural pra ser laço. Se algum dia foi fácil, eu devia estar ocupada demais complicando as coisas. Jeitão meu de piorar tudo o que já não funciona por si só. Um eterno dramatizar para transformar cicatriz em fratura exposta. A inexplicável vontade de me impor essas torturas como se eu acreditasse que fazer diferente tem muito mais a ver com esse dedilhar o erro e mastigar despedidas do que em confiar no acaso. Contradizendo minhas verdades pra tentar me distrair com mais uma mentira. Ou 1457 delas. Esforço descomunal para conseguir uma ressaca que justifique um dia todo na

cama. Esforço descomunal pra fingir que o novo vai ser um mais do mesmo e que talvez seja melhor ir embora agora antes que dê vontade de ficar. Coletânea de enganos à venda pra quem quiser comprar todos os meus golpes. Memórias do que não deveria nem ter sido para que não precisasse ser esquecido aos murros. Eteceteras para confundir peculiaridades. Tentativa última de silenciar as dores.

Partir (-se)

Bater a porta
Para dividir-se do outro
Viras as costas
Para seguir em frente
E no meio do caminho
Notar que está aos pedaços
Porque falta metade

Despedidas
Para recomeçar
Começar do zero
Porque nunca mais foi inteiro
Cama de solteiro
Para você ficar mais perto
Para não sentir tua falta
Quando sobrar teu espaço

Deixar para trás
Se perder aos poucos
Faltando você mesmo
Na saudade do outro

Suicídios
A prazo
Anunciados

Toda partida
Arranca um punhado
Um novo encontro
Para recuperar a fé
Procurar nos retalhos
Uma chance pra se refazer

Parir-se de si mesmo
Para tentar acreditar
Que vai ser melhor
Que vai ser diferente
Que o que deixou pra trás
Nem era tanto
Como se de pouco em pouco
Já não bastasse
Para alimentar
Minhas pequenas mortes

inversão

a loucura de esperar a próxima rima sentada no ultimo degrau da escada aguardando um sinal um rascunho uma entrelinha pra amarrar meu final feliz revirando meus duplos sentidos pra interpretar os seus quantas vezes eu quis dizer o que você pode estar querendo me dizer agora mas não

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consigo entender não consigo responder eu não sei completar as lacunas e deixo tuas poesias em aberto versos soltos

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que eu não correspondo porque perdi a mão nisso de transformar amor em inspiração inspiração em verso os seus tão mais bonitos sou eu de joelhos onde outrora os meus amores esperavam de castigo decifrando em pedaços aos pedaços as entrelinhas que eu jogava fora

Dos casos

Há quem diga que é fogo no cu, não nego. Mas acho bonito dizer por aí que é coração grande, sabe? E não deixa de ser. Talvez uma boa dose de desapego, mas aí pode soar contraditório, talvez seja um apego que aprendeu sua medida, porque impossível ficar alheia a tantos encantos.

Coração grande pra dar conta de tanto pedaço que levam embora e ainda assim ter espaço para os que chegam. Carinho e paciência para abrigar essa confusão de gostar de todo mundo ao mesmo tempo agora. Desapego para permitir fingir que não ouço quando eles tentam sair silenciosamente, apego para sorrir quando eles voltam fazendo barulho.

Se possível fosse habitarem um só corpo: a perfeição. Mas estão aí espalhados em três ou quatro partes que me frequentam sem faltar, me dando a sensação de estar completa. Tenho, de fato, tudo que preciso. Se precisasse escolher um, não conseguiria. Se fosse escolhida, não saberia como agir. Nos entendemos por nos sabermos. E por entendermos que nos precisamos, exatamente assim.

Sou também, para eles, parte de um todo maior que não se basta em mim para ser inteiro. Para não abrirmos mão do que podemos ter, escolhemos ter um tanto assim de cada, a medida que nos pareceu a correta de cada um. E assim, seguimos, amando em dias alternados, driblando as rotinas para fazer caber amores, pulando noites de sono para encaixar saudades. Compreendendo o que parece impossível aos olhos dos outros e que para nós é sinônimo de felicidade.

Abrir mão do egoísmo, engolir qualquer vestígio de ciúme, ligarmos e recebermos ligações a qualquer hora. O tempo é somente um momento do espaço em que faremos acontecer. Não precisamos do ser, basta estar. A privacidade antes de tudo. A cumplicidade como promessa. Nada que possa ser eterno, mas sempre da maneira mais intensa possível. Preservarmos limites, permitir distâncias. Confesso, para poucos.

Talvez tenha prazo de validade. Talvez nos cansemos. Talvez precisemos deixar de lado todos e escolhermos um, um novo talvez. Cedo demais. Por enquanto, vai ser assim. Completamente apaixonada por todos eles. Completamente apaixonados por mim. E por suas outras garotas. Seguimos. Namorados momentâneos por sessões de bebedeira ou noites de foda. Amigos pra vida. Os melhores que eu poderia ter.

Despoesias X

Olho no relógio pra jurar que ainda é ontem. Cismando com a tua sombra como se não fosse meio-dia. Se o telefone tocar, vou dizer que é engano. Se a campainha tocar, eu aumento o volume. Se a nossa música tocar, eu mato o vizinho.

Lamentos que ressonam sob o lençol. Suas verdades descansando no cinzeiro. Eu finjo que durmo, mas me incomodo com a pintura do teto. Você finge que não se incomoda com nada. Eu te adivinho como se estivesse perto.

Eu iria eu banco, se houvesse dinheiro para pagar as contas. Talvez tomasse um café com aquele amigo que você odeia. Eu colocaria um vestido bonito, se todas as minhas roupas não estivessem para lavar. Eu subiria nua pela tua rua, se soubesse que você fosse me olhar.

Três comprimidos. Uma coca. E nenhuma verdade. Ensaios sobre infinitos dias seguintes. Pensamento encontrando nunca mais. Planejando o crime perfeito. Falta coragem até para um copo d’água. Um tapa na cara ou um banho. Um pingo de realidade. Ressaca.

Convencendo o corpo a buscar motivos. Ir até o banheiro vomitar respostas. Ir até a cozinha encontrar conforto. No chão da sala, constatar derrotas. Olhar o litro vazio e ameaçar o mundo. Não é vício, se for saudade. Miserável garrafa de gim.

Efeito colateral

Vacilar entre a sua e a minha morte
porque não sabemos aonde isso vai acabar.
Dar as mãos para esperar amanhecer.
Um novo dia que chega para mostrar
que atrás da porta era só o seu casaco.
O mensageiro não veio.
O mensageiro não encontrou o caminho.
A vida se esvai como a sua casa da árvore envelhece.
A árvore continua dando frutos.
Seu telhado despenca.
O mensageiro perdeu a bússola.
Nós não temos para onde ir.
Eles podem aparecer enquanto dormimos.
Não durma, por favor.
Não durma, por favor.
Quando todos os cachorros pararem de uivar,
passaremos as noites contando passos de quem nunca esteve aqui.
Quando o mensageiro chegar será tarde demais.
Eu espero que ele leia a carta.
Eu espero que tenhamos tempo de fugir.

De fato, uma carta de amor.

Eu decidi que é amor. Quer dizer, não que sentimentos sejam ‘decididos’. Na verdade eu reconheci isso há um tempo, mas ignorei porque, confesso, senti um bocado de medo. Passou. E decidi que agora vou tratar como tal. Como se tratam os amores. Mais do que amores naquele sentido genérico de pessoas que nos despertam paixões. Amor mesmo. No sentido em que eu compreendi e vivi o amor até hoje. Não é o meu primeiro amor, mas vai criar o seu próprio pra sempre e ser tão único quanto era o que o antecedeu.

Um longo processo isso de reconhecer que, veja bem, estou amando. Já foi tão difícil assumir que eu estava apaixonada, acreditar que eu podia me apaixonar de novo… Foi você, lembra? Você me fez acordar pra vida, me pegou pela mão e mostrou que dava e eu devia ser feliz de novo. Você não caminhou comigo, mas isso era detalhe. O amor não é feito

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do que se vê nos contos de fadas. E nós soubemos lidar com isso da melhor maneira. Não vou negar que alguns porquês me pegam desprevenida buscando novos ajustes pra essas certezas, que alguns dias seguintes insistem por dois ou três dias mais. Mas faz parte da imperfeição humana a que estamos condenados – e não entendo isso como algo ruim.

Diferente da literatura de fratura exposta a que me acostumei, tenho aqui a serenidade de falar de um sentimento que não traz o peso da dor, de um machucado, a necessidade de uma cicatrização. Você não me fere. A gente não fere um ao outro. A gente só se faz bem. Muito porque soubemos encontrar o tempo exato entre a distância que devemos manter e as vontades que não devemos nos negar. E amar, descobri, não é só uma vontade desmedida de ficar perto, é saber respeitar esses nossos tempos.

É nos textos que te escrevi – tantos – motivados pelos mais diferentes sentimentos até chegar neste, motivado, de fato, pelo amor, que eu vi que nunca a premissa foi triste. Houve a sábia pausa, é verdade, mas sempre imperou o carinho, a compreensão, o querer bem, a liberdade. São minhas palavras que juntas atestam que no somar de todos esses esbarrões, abraços e sorrisos lindos (os seus), você sempre valeu a pena. E assim vai continuar sendo.

Sem efeitos colaterais, essa é, de fato, uma carta de amor.

Jacques e Georgia

Adelaide me chama. Telefone. Vou sem pressa. Ela diz quem é. Há quanto tempo! Corro. Ele começa reclamando: -Todo dia, e olha que é dia, que eu passo na frente do Charme, da Paulista, eu espero lhe encontrar lá! – Acho que é amor. – E desilusão. Porque você nunca tá! – E se a gente trapacear o acaso? [sussurro:] Passa por lá… Amanhã… Umas oito, nove. – Amanhã não dá! Mas eu vou ficar aqui no feriado… – Poderemos treinar bastante a nossa trapaça. – Sim! De repente eu passo na Sergipe… De repente você passa na Virgilio… – O acaso e seus de repentes… Sorriem… [Meia hora de amenidades e absurdos depois] -Tão nosso jeitão. – Quer enganar a quem? – Eu, enganador de mim – como diria Djavan. – Se disser que

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encontrou no breu uma constelação, eu desligo. -Eu odeio Djavan com minhas entranhas, mas não resisti. – Beijo pras entranhas. São sábias. Calar-me-ei antes que comece com Odair José. Uns beijos pra ti. Outros pro Jacques. – Beijos. E beijos pra Georgia. Se ela ainda não morreu! Adelaide diria que é amor. Mas não diz nada. E vai me buscar um café. Devem ser os heterônimos.

Canção de amor pequeno VI

Eu conjugo teu verbo
Como bem quero
E te cerco de adjetivos
Preenchendo vazio

Eu falo tua língua,
adivinho entrelinhas
E componho
no tempo da tua rima

Entendo tuas pausas
tuas roupas
Acompanho teu tom
Engulo teus enganos

Assobio teus dramas
Pessoais
Prosa e verso
Pra você se ver

Eu larguei a ficção
Pra escrever você
Literatura platônica
sem final.

Feliz.

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