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Das cartas que não mandei

Carta CXII São Paulo, 15 dias que nos conhecemos. (Ou: 9 de fevereiro de 2012) Da carta: Porque eu não sei ainda

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quando vamos nos ver, eu resolvi te mandar essa carta. Um capricho, na verdade… Garantia de que vez ou outra, quando se esbarrar com ela, você vai se lembrar de mim. E tomara que ela fique num desses lugares visíveis. Nessas primeiras gavetas de um sildenafil tab 20mg móvel qualquer para que os esbarrões sejam frequentes, para que a lembrança persista um pouco e que te roube uns sorrisos em dias bons. Das músicas: Como eu já te disse, temos aí nesse pen drive coisas que talvez você adore, coisas que talvez você odeie, coisas que talvez você somente simpatize… Mas são as músicas que eu queria te dar, pra depois você usar como bem quiser. Pode excluir, pode passar pra frente, pode ouvir no repeat, pode dar pra outra moça (se ela for ruiva e do ombro branquelo, não me conte. Acho que ficaria com um cadinho de ciúme), pode guardar junto com a carta. São algumas das músicas que eu mais gosto e tem um pouco de tudo. A gente vai passear pelo blues mansinho do Buddy Guy, em Feels Like Rain. Música boa pra dias de sentimentos sem nome, pra saudades que a gente num sabe bem de quê. Depois tem uma sequência de Buffalo Springfield, que a gente ama de sildenafil effect time graça porque com as coisas do Neil Young a gente nem discute. Só ouve. E sente. São tantas. Você vai entender. Disso tudo: Quinze dias que nos conhecemos. Duas noites com você. E a certeza de que vamos passar tantas e tantas outras que chega a ser covardia chutar um número qualquer. Duas noites. Ainda. E por que tanta certeza de que são somente as primeiras? Porque a gente reconhece os nossos de longe, viagra what does it cost a gente sabe quem fica. Quem mesmo não estando aqui, vai estar sempre junto. E eu te quero assim, perto… … Porque tenho tanta coisa pra te contar (essas histórias da sildenafil citrate tablet ip vida, sabe?), porque eu sei que você também deve ter tantas outras. Porque eu quero saber das tuas alegrias e dos teus problemas, porque talvez eu quase nunca tenha a solução pra eles, mas sempre, sempre eu vou ter um copo cheio, dois ouvidos muito dos atenciosos e todo colo do mundo. Te gosto. E dum tanto… Afago, Ruiva.

“Giz”

“Quero cialis and tinnitus que saibas que me lembro…” Eu acordo daqui a três horas, meu amor. Mas

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minha escrita resolveu que não vai dormir e veio cheap viagra pills bater agora. Tão fora de coupon for cialis hora, mas ela nunca vai encontrar a porta fechada. Sempre entra pela fresta que eu teimo em esquecer aberta por você. Pegou free cialis samples canada carona na poesia de outrem e terminou sendo cantarolada aqui no pé do ouvido em formato coupon for cialis de saudade… “Lá vem, lá vem, lá vem de novo…” Sim, eu acho que estou gostando de alguém. ( E eu bem sei que você sorriria agora). Sim, eu sei que isso é Legião. E que levitra versus viagra a real viagra online gente amava odiar e que eu continuei odiando mesmo sozinha. Acho que você também. Mas coração fraquejou, sabe como é… Ele nunca ficou curado o suficiente desde que você foi embora, fica vacilando por aí com musiquinhas de arranjos de gosto duvidoso, se encantando com delicadezas avulsas, se apoiando no refrão alheio pra cantar um amor que nunca soube uroxatral cialis once daily and cialis descrever. “E é de ti que real viagra for sale não me http://sildenafilcitrate-100mg-rx.com/ esquecerei…” E essa parte eu teria cantado toda alegre no dia do adeus: ‘Tá ouvindo isso, tá ouvindo isso? Fizeram sob encomenda. De: mim; cialisfromindia-onlinerx.com pra: você” E você me abraçaria. Mais um sorriso. Demoraria dois segundos pra entender que Legião pode não ser tão ruim assim. Demoraríamos uma vida em um último beijo. “És parte ainda do que me faz forte. Pra ser honesto, Só um pouquinho infeliz…” Tá tudo dando certo e talvez o caminho esteja menos triste. As coisas estão ficando mais leves, tou aprendendo a conviver com a ausência e a fresta é cada vez menor. Eu sei que você também sorriria agora. Em comum? Esse querer bem. Eu nunca mentiria pra você. Se eu tentasse, meus olhos me trairiam. Quão clichê é isso? Sabe Deus… “E mesmo sem te ver, acho até que estou indo bem…”

Canção de amor pequeno III

Se eu pedir, você fica?
E se ficar, é sem pressa?
Se eu falar, você cala?
E me ouve e me aquieta?

E se eu cantar, acompanhe
Se não quiser, só assista
Se eu disser ‘eu te amo’
Não responda. Sorria.

Se eu contar, não se assuste
E se eu não disser, não insista
Se quiser, venha junto
E se eu pular, não desista

Se eu dormir, se achegue
Se eu sonhar, me cuide
Se

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eu acordar, prossiga
Não faça perguntas.
Sorria.

=]

Eles não pegaram pela mão quando quiseram, eles esconderam suas mãos quando foram necessários. Eles nem tocaram. Eles não permitiram, eles não queriam ou não deixaram. Eles– não fez diferença mais.

Eles não fizeram sonhar, eles não se tornaram bons amigos. Eles caminham pra evitar. Eles deixaram espaços, abismos, vãos, para que o que vale a pena, continuasse valendo a pena, ainda que só na saudade. Eles deixaram a porta escancarada demais. Eles não souberam. Quase nada. São só eles.

Eles não deixaram uma foto. Um restaurante preferido, um porre histórico. Não deixaram uma camiseta, uma boxer, não esqueceram perfumes no travesseiro. Eles não criaram roteiros impossíveis, não desenharam um amanhã mais bonito. Não ficaram até o Sol nascer.

Não deixaram a doçura de um sotaque, um jeito bonito de sorrir. Não deram nenhum melhor abraço. Não me deram seis anos de sorrisos ou três meses de um pra sempre. Não inspiraram por muito mais do que versos que pareciam precisar de justificativa.

Foram embora. Porque nunca haveria lugar aqui. Eles me deram asas e um leve empurrão. E eu fiquei pronta pra voar. Eles? Não sei. Terceiras pessoas de um plural qualquer.

Aos que não se fizeram inesquecíveis, meu muito obrigada.

Conversas com Adelaide

Ela diz: “eu gosto de gente velha, de coisa velha, de cidade velha, de história longa e dor complexa.”

Silêncio.

Repito o que ela diz. Pausadamente. Discurso direto. No sentido mais amplo que um discurso direto pode ter. Toda uma ideia fixa me acomete depois de “história longa e dor complexa”.

Peço calma. História longa e dor complexa são coisas que exigem tempo para deglutir embora não

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sejam entendidas através de uma linha lógica em que os dias se sucedem somando meses e anos. Histórias viagra alternatives that work longas e dores complexas são essas coisas com a propriedade divina da onipresença, não começam e deixam de acontecer. Parecem flanar sobre nossas cabeças e por entre nossas existências, como se fossem infinitas, como se estivessem ali desde sempre – e talvez estejam – para serem vividas e/ou sentidas. Perturbando ou não.

Adelaide sabe o que diz. Eu sei o que ela quis dizer. Mas será que as pessoas sem histórias longas e dores complexas provindas dessas tais histórias longas entendem como as dores podem ser tão, TÃO complexas?

Dores complexas precisam de espaço e tempo largos e longos para se fazerem acontecer. Uma dor muito grande não é melhor de sentir do que uma dor complexa. Mas uma dor complexa é mais difícil de entender do que apenas uma dor grande. Não que eu e Adelaide estejamos menosprezando dores alheias que não sejam complexas como as nossas ou como as que nos roubam os ouvidos do mundo, mas é esse fascínio pelo que foge da compreensão, pelo que não cabe em linhas de tempo, pelo que não se

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pode mensurar, pelo que não se pode rotular que faz com que no meio da frase de Adelaide caiba um ponto. Um ponto que separa todo o resto. E isola. Porque histórias longas e dores complexas são mais do que apenas coisas velhas, são coisas, de fato, atemporais.

Não são romances. sildenafil citrate online São novelas.

Então, permanecemos, eu e Adelaide, numa contemplação mútua de quem reconhece as próprias complexidades e as do outro e nos compreendemos, apesar de não compreendermos o que sentimos, mas entendemos que é incompreensível e assim nos fazemos cúmplices.

Eu fecho as janelas porque a noite está caindo. Adelaide se levanta e vai embora. Mais um Sol que não se pôs.

Complexo.

Come pick me up

Você sempre me dá bom dia,
mas quase sempre eu falo sozinha à noite.
Todas as manhãs

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o nosso baú de três segredos se escancara em carinhos doces.
[Anoitece fechado em si,
ciente de seu valor.]

Uma música que fala fala da gente.
Ou de todo mundo.
[Sabemos que é nossa.]

Indecifráveis sons
Ecoando pela frestas
Pistas que você deixou em mim
Marcas que talvez eu tenha deixado em você
[Nunca visíveis
Nunca audíveis
Sempre compreendidas]

Cumplicidades guardadas às sete chaves.
Carinhos permitidos sem restrições
Certezas irrevogáveis
[O óbvio que não pode ser negado]

E essa última parte você vai entender
Porque falamos a mesma língua
E, de fato, já dissemos tudo
[I wish I could]

Devaneio de solidão efêmera

Venha, meu amor. Não tem ninguém em casa. Venha porque seremos só nós e se alguém ousar abrir a porta, a gente arrasta os móveis, as camas, as online indian pharmacy adderall paredes. Vem que tem corredor de sobra pra gente se http://generic-cialis4health.com/ jogar, vem que tem tapete pra você queimar a pele, tem mesa pra você deitar, lençóis de todas as cores pra você segurar com força enquanto goza. Vem, meu amor, antes que viagra for ladies elas cheguem com o amanhecer, vem logo que eu tenho pressa de te foder a noite inteira. Vem que o relógio tá se viagra für erstes mal arrastando só pra dar tempo de você chegar. Pois, então, chegue!

Toque a campainha repetidamente, deixe os vizinhos saberem que alguém me espera, com urgência, à porta. Deixa que eles nos permitam a licença poética dos gritos porque entenderam a nossa fome. Me bata nas coxas, na bunda, na cara. Rasgue minha saia com seus adjetivos obscenos e acenda todas as luzes possíveis porque eu quero te ver gemer. reliable online pharmacy for adderall Não me deixe só, não esta noite. Esta noite eu não posso ficar só. Eu preciso ver você escorregando pelas minhas mãos, debatendo cinturas e joelhos alinhados. Me chupa que eu te chupo. Se você não vier, eu vou. Nem que seja no inferno. Mas hoje http://genericviagra4sexlife.com/ eu te como.

Canção de amor pequeno II

Comprei os teus cigarros
Pra você fumar a minha ausência
Mudei as plantas de lugar
Pra incomodar
Seus olhos
Vão me procurar
E esperar a minha sombra
Nenhuma música vai tocar
Esperando a campainha
A geladeira vai congelar
Saudades
Pra ver se a gente guarda o gosto
De como era ser feliz

Eu vou estar numa rodoviária
Com um outro suspirar
Com um novo amor pra me abraçar
Quando eu desembarcar

A geladeira vai congelar
Saudades
Pra ver se a gente guarda o gosto
E tenta ser feliz de novo
Não pode ser tarde demais

Os meus amigos escrevem

E os redescubro a cada linha, lendo cada palavra como se estivessem a declamar seus poemas diante de meus olhos. Ouço indignação no verso arredio, ouço a mansidão e a paz nas rimas bonitas, ouço as saudades em pontos finais derramados em reticências, as tragédias pessoais nas lágrimas que eles deixam escorrer texto a fora.

Reconheço-os pelo ritmo, pelos adjetivos, pela alma que entregam. Descubro ainda que na transparência da palavra moram detalhes que o olhar, talvez desatento, deixou passar despercebido em alguma mesa de bar. Leio e releio e gosto ainda mais de cada um deles.

Não cansam de desabafar delicadezas, pensamentos que eu não sabia que cultivavam de maneira tão pertinente. Referências que eu desconhecia, histórias que não tivemos tempo de confessar. Viagens que insinuam segredos. Se abrem e se rasgam para o mundo com a verdade apaixonante pela qual me cativaram.

Os meus amigos escrevem. E não sendo escritores, me encantam mais que esses últimos… Por tanto sentir e pela capacidade de transformarem esse sentir em palavras. Por toda vida e morte que não se negam, por se permitirem o mundo, e ao mundo, ao não se trancarem em si.

Vilões e mocinhos de suas biografias romanceadas, de seus diários escancarados. Os meus amigos escrevem. E são meus heróis.

“The whole world is moving and I’m standing still”

“Woke up and wished that I was dead With an aching in my head I lay motionless in bed I thought of you and where you’d gone and let the world spin madly on”

Cada vez que alguém vai embora, é a sua ausência que fica. É o seu adeus que volta a ecoar. É o desespero do seu nunca mais que me bate de novo. Toda despedida vira uma parte do que foi a nossa. Um encenar de capítulos soltos de um diário que eu nunca quis ter escrito. Toda vez que alguém vai embora, é pra você que eu volto. Ainda que você não esteja mais lá, eu paro e te espero. Sempre. Quando alguém fecha a porta, eu teimo em abri-la pra você. E passo os dias me culpando por ter deixado você partir. Eu nunca superei sua saudade. Eu nunca superei o fato de ter colocado tanto da minha felicidade em suas mãos. E nunca ter conseguido tirá-la de lá. O meu mundo parecia ter sido feito para os seus braços. E é pra eles que quero voltar cada vez que tudo fica solto e sem

rumo. Muito tempo depois e eu ainda preciso evitar que minha direção seja você. Não sei se foi aquela promessa de nunca mais deixar alguém me fazer sofrer… Fato é que antes que eles me façam sofrer, eu já voltei a sofrer com a sua ausência. De um jeito errado, estou cumprindo minha promessa. E talvez ela seja só uma desculpa pra afugentar esses outros que nunca conseguiriam significar o que você significou. Eu espero, sabe, eu espero que qualquer hora dessas eu tire essa sombra do caminho Que a felicidade não dependa do seu sorriso E nem a minha tristeza.

Canção de amor pequeno

Eu tou fazendo cialis sulit.com essa canção Pra ver se você ouve De onde você cialis what to expect está Porque vai que você Nem

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está tão longe E de repente minha voz Arruma jeito de chegar Aqui Na porta da frente Passa tanta gente e eu achando que é você Porque vai Que você Me acena lá da esquina Eu não quero arriscar de não te ver Eu tou aqui olhando pros dois lados Como http://canadapharmacy-drugnorx.com/ se a minha rua tivesse duas mãos Porque pharmacy canada vai que você chega Pelo cialis didnt work the first time caminho errado Eu não quero arriscar De ter perder na contramão

Folhas laranjas, o último

Eu tinha aprendido a lidar com a saudade, de alguma maneira você canadianpharmacy-drugstorerx.com ainda era um pouco meu, só um pouco, mas tudo bem, porque você estava lá. Lá estava um pouco longe das minhas mãos, mas mais perto da sua felicidade e isso era como dizer que as coisas estavam no caminho certo.

Agora a distância se tornou insuperável e eu, que não acredito nessas coisas, fico inventando fé pra ver se esbarro contigo numas preces surdas. Lidar com esse tipo de perda, até então, era como conformar-se com óbvio… Sempre tinha um ‘mas ela estava sofrendo muito’, ‘ele já era velhinho’, ‘não tinha mais nada a ser feito’… Mas você, você tinha prometido que eu conheceria Londres pelos seus olhos. E os seus olhos viagraonline-cheapbest eram boots pharmacy order online das coisas mais lindas que eu já tinha visto.

A gente tinha tantas pendências. Eu tinha tantas desculpas. Você tinha tanto a dizer… O que sobra de bonito são aqueles dois ou três textos que eu fiz pra você, as cartas que eu enviei e 30 day free trial cialis a lembrança de como você me olhava quando me chamava de ‘menininha’.

Eu sempre seria uma menininha perto de você, perto da friendly online pharmacy sua grandeza de espírito e perto do seu umenoventaetanto de altura. Ainda que nunca estivéssemos, sempre seríamos, e tinha uma beleza confortável nisso. A distância não fazia diferença.

Agora faz. E dói. E eu não sei lidar. Eu não sei lidar com a morte, eu nunca soube lidar com qualquer ‘nunca mais’ imposto. E você conhecia tanto das minhas manhas e perdoava cada um daqueles ‘adeus’ que eu disse completamente em vão. A gente sabia, ou achava que sabia, que seriam apenas ‘até breve’. Mas não foram e a vida, no susto, me fez entender isso na marra.

Fica um amor bonito, uma saudade imensa e um leve desespero de não saber pra qual lado correr. Talvez eu só tenha que ficar, mas vou custar a entender isso, porque foi ficando e deixando estar que eu te perdi. Pra sempre. E por ironia, em um outono, que era quando você costumava aparecer.

Bom dia. Só que não.

Bom dia. Eu não dormi. E você? São seis e vinte e nove da manhã e eu não dormi. Tem sido assim. Fico com cara de bosta contando as estrelinhas da enxaqueca penduradas no teto. Manja móbile? Então, a enxaqueca criou um desses

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pra mim. Imaginário. Levanto porque parece que rolar na cama cansa mais do que decidir fazer qualquer coisa pra fugir desse tédio insone. Olheiras, why tão profundas? Todo esse tempo sem dormir e eu ainda não tirei aquele último sonho da cabeça, vai ver que é porque nem dormindo, nem acordada, ele me sai do pensamento.

A última crise virou meus horários, dei pra isso. Amanhecer de olhinhos bem abertos faz parte da rotina. E essa minha falta de rotina anda me tirando do sério. É hora de mudar alguma coisa e eu ainda nem sei bem o quê. Alguma coisa

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deu pra incomodar e, como da última vez que isso aconteceu, deixou de acontecer sem que eu soubesse que sentimento é esse. Acho que eu preciso de um emprego, desses de gente com vida regrada. Se o mundo me deixa meio solta eu fico perdida e não sei pra onde ir. Poder ir pra qualquer lado é o primeiro motivo dessa minha loucura de não saber que direção tomar. E isso ajuda a tirar o sono. Ajuda a tirar o sono essa vontade de atravessar a cidade pra ganhar um abraço e que me faz decidir que o melhor a fazer agora são as malas. E eu vou passar o dia fugindo desse sono, dos meus medos, das minhas inseguranças e de uma saudade.

Que minha mãe não se importe de me fazer um café.

Despoesias IX

Tanto talvez pedindo tuas certezas e você duvidando das minhas. Qual acordo para tamanho desalinho? Faltou… Sobra um monte de sentimento, sempre sobra, mas faltou um tanto de coisa que, dessa vez, não poderia. Nisso de acertar ponteiros, coube ficar em outro tempo. Tempo. Que passe sem pressa, se for pra tudo se ajeitar. Que voe, se for pra lidar com um sem fim de saudade. Vida que segue. “Menos cigarros, mantenha os conhaques”. Ou algo assim. Guardarei. Sem reflexões de Marlboro por agora.

Procura-se o direito de sentir muito

Roubaram. Roubaram meu direito de lamentar meus mortos, minhas dores, meus sentimentos de falta e de ausências, que com a morte, se farão eternas. Eu não posso mais sentir muito. Ou até posso, mas tenho que ficar calada, se compartilhar, se dividir, se pedir um abraço amigo, parece que estou fazendo um drama. Os meus mortos não necessariamente estiveram comigo. Eu amo quem eu leio, quem eu vejo em filmes, quem me faz rir, eu amo cada uma dessas pessoas que nunca nem pude pegar na mão, mas eu amo se em algum momento elas me tocaram, me fizeram sentir que elas têm um valor especial, se por dividirem ou me fazerem rir de minhas dores, elas se fizeram companheiras e chegaram mais perto. Eu não fico por aí compartilhando minhas alegrias e jogando beijo pra todo mundo que eu

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gosto. Minha felicidade, ainda bem, não é pontual, mas assim é minha dor. E quando ela bate, sempre soa estranha e eu preciso dividir, preciso me solidarizar com quem sente ainda mais. E só quero que respeitem o meu direito de sentir muito. Não me revoltarei com aqueles que fazem piada com a morte alheia, mas me enoja a maneira como alguns deles acham que podem fazer piada com a dor de quem fica. Isso eu respeito e gostaria que fosse respeitado. Nem é muito… Se não se pode solidarizar, não tripudia. Por favor. Um parente distante, um famoso que eu admiro, uma pessoa que conheci ontem e tenha gostado de cara. Não fico por aí me derretendo em declarações de amor, mas morro um pouco, cada vez que eles se vão. E eu nem peço para que vocês sintam o mesmo. Só peço para que me deixem sentir e desviem das manifestações de carinho, caso elas os incomodem. Muito foram os momentos de rirmos juntos, em casa, das graças do Chico. Reconheço seu talento e valor, mesmo sem nunca tê-lo conhecido. Descanse em paz. E se vocês me dão licença, eu vou ali, porque hoje não é um bom dia.

Monólogo #x

(me perdi nas contas de quantos já foram) Chegou o outono. E eu ainda nem saí do quarto. Não vi se a folhas amarelaram. Mantive o ar ligado e dois cobertores. Não sei se já esfriou. Comi maçãs. Muitas. Elas realmente ficam melhores nessa época. Ou não. Vai ver, é só fome. Eu tenho 19 Words abertos e ignoro todas as estúpidas correções ortográficas. Why so careta, Word? Eu. pontuo. Assim. Porque, veja. Bem! Escrever… É – aqui – um drama… pessoal. (Word só falta apitar). Não fique vermelho, moço, depois de anos você já deveria ter se acostumado). Tenho elaborado metáforas geniais, mas talvez seja só sono. Ouvi Pixies, li o livro que o Randall me deu (amei, meu nego!)

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e fui até a sala fumar muitos cigarros. O que prova que, além de fumante, eu sou mentirosa. Eu saí do quarto, ok, mas só depois que escurecia. Eu passei tardes dormindo e ignorando o telefone. E pensando que eu e aquele filho da puta nos ignoramos mui sabiamente no sábado. Eu tenho tido umas inspirações toscas e os textos saem assim, mancos. Como se andassem arrastando a perna. Procurando tema, ritmo e vocação. Texto ou poesia? Sei lá. Eu liguei as caixas de som pra fingir festas e curtir isso de ficar sozinha. É bom estar sozinha, ruim mesmo é se sentir solitária. Eu passaria a vida jogando Resta Um, eu passaria séculos ignorando que o mundo lá fora não está constantemente a 21˚C. Talvez eu precise pensar sobre as contas que vencem ali na minha porta. Mas não agora. Depois do banho, quem sabe… Eu penso que o outono poderia ter me trago a vontade de assistir aos filmes que se acumulam no meu HD, mas eu tenho toda essa preguiça cinematográfica para cinema e me contentei com a Sessão da Tarde. E eu não ganhei na mega-sena de novo! Isso sempre gera uns pensamentos suicidas ou golpistas aqui dentro, que acabam logo assim que eu me lembro que tenho medo de morrer e que mamãe bem ensinou que é feio casar por dinheiro. Mais maçã. Já contaram pra vocês que as maçãs nenês são ainda melhores que aquela grandonas? Vai por mim e vai no pacotinho de fruta da Turma da Mônica. Eu sei que parece bizarro, mas funciona. E isso aqui tá parecendo mais um daqueles meus monólogos e eu juro que era pra ser algo como uma canção de amor para o outono. Virou mimimi. Porque sempre vira. Uma hora eu cresço nisso de escrever e a coisa passa a andar com as duas pernas, sem ficar pendendo sempre pro mesmo lado. Agora chove e eu quase consigo ouvir as pessoas sorrindo e dizendo que são as águas de março fechando o verão. Sorrio também. (vale dizer que isso foi uma ironia, porque, né, vai que tem gente que acha mesmo legal ainda falar isso). Não sou uma pessoa irônica, tem casos em que

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acerto o tom, mas não sou irônica. E isso de saírem rotulando qualquer piadista com sacadinhas de boteco e certo tom de sarcasmo como irônico é o mesmo que fez com que humorista que tira sarro de político, ganhasse o direito de chamar sua petulância de humor inteligente. RIP humor. RIP ironia. RIP também minha ode ao outono. Fica pra próxima estação.

Pensamento solto sobre um último ele

Acho que não sei falar de amor. Não mais. Acho que desaprendi. Ou me dei conta de que nunca soube.

Eu sempre falei de mim. De um jeito ou de outro, eu sempre falei de você. E falar de você faz menos sentido que costumava fazer. Encerro, assim, minha relação com isso de escrever sobre esse sentimento?

Alimentei minha saudades porque inventei as tuas. E elas ficavam tão bonitas naquele jogo de ‘quer, mas não pode’ e todos aqueles versos sobre amores escondidos pareciam feitos pra nós. Eu cuidava

que você tinha um gesto a fazer em minha direção, qualquer coisa ainda a ser esboçada. Mas nada havia. Um olhar a ser desviado para qualquer parede branca, talvez…

Que tola, a menina metida a escritora. Todos apontam e nada precisam dizer, ela entende que perdeu.

E agora, sem esperanças, para onde mandar o que ficou pelo caminho? O que fazer com as inspirações? Com os rascunhos que se sabem intermináveis, o que fazer, por fim, com tanto querer bem?

Aprendi que sempre pode piorar, que sempre se pode morrer mais um pouco. Mas eu odeio qualquer moral da história e odeio tanta falta de esperança.

Para que eu viva, eu vou ter que te matar. Ao menos por hoje.

Light You Up

Se eu te pegar pelas mãos e te mostrar que o melhor caminho, dessa vez, nem é o mais longo, você entenderia que não falo de atalhos, mas de saídas?

Se eu te pedisse pra nunca mais tocar naquele assunto, você se calaria por um segundo e pararia pra me dizer umas coisas bonitas?

Não se importe com a tempestade, já estamos molhados mesmo, mas, olha, eu posso abrir meu guarda-chuva só pra dividi-lo com você. E seria legal te dar carona e passar o braço pela sua cintura. Eu te puxaria pra mais perto e eu poderia atravessar todas as ruas do mundo só pra fazer poesia com o ritmo das passadas desviando de poças.

Tem tanta coisa bonita que eu guardei pra você. E você nem tinha dito que chegaria. Eu lavei todas as roupas de cama, separei toalhas e cuidei das plantas. Eu abri as janelas. Eu te esperei e você não sabe o quanto.

Se eu disser que gosto (.muito.), você será capaz de entender que eu não estou pedindo nada em troca, mas que seria legal se você sorrisse? E se eu te pedir pra fechar os olhos, não estranhe se eu me perder no caminho dos teus lábios e passar a te olhar e só.

Não me faça tantas perguntas. Não se importe tanto com as respostas. O que vale, no fim das contas, é o abraço que eu guardei pra nós. E isso de ter mantido a luz acesa pra ver se você entendia o sinal.

Acho que você nunca entendeu que todas aquelas cartas eram suas.

Se eu te pedir pra ficar até o jornal chegar, é tão menos pelas notícias e tão mais pelo bom dia. Eu jamais diria ‘por favor’, mas eu não vou desistir tão fácil. E talvez eu encontre um jeito pra fazer valer a pena. Menos pelo jornal. E mais por isso tudo.

Eu não quero uma nova coleção de enganos ou desenganos. Então, não estranhe se por alguns minutos, eu não parar de te beijar. Eu gosto tanto do seu beijo. E de tantas outras coisas em você. Acho que até das suas mãos, mas eu preciso de mais um tempo com elas entre as minhas.

Se eu segurá-las forte e começar a andar, apenas continue. Eu tenho um plano. E não vou te fazer promessas, mas acho que te faria feliz.

A chave

O que você faria se soubesse que eu deixo a porta aberta? Será que você entraria devagar pelo corredor e me espiaria? Você ficaria me olhando dormir, ajoelhado ao pé da cama? E você ajeitaria o cobertor quando estivesse frio? Você me amaria em silêncio e cuidaria para que eu nunca te descobrisse tão

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perto? Se eu deixar a porta aberta, você promete que vem? Eu fico no canto só pra te deixar espaço, eu preciso do seu cheiro em mim antes do primeiro bom dia. De novo e logo. Eu vou deixar a porta aberta e você não diz nenhuma palavra. E não acende a luz quando entrar. É o nosso crime mais perfeito e a coisa mais certa a fazer. Eu preciso de você mais uma vez, entender que das loucuras que te imagino, suas vontades também são feitas. E sentir que você

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não se importa com a hora, porque é assim que tem que ser. Chegue com o dia quase claro, pra eu ter a sorte de ver seus olhos se despedindo ao amanhecer e depois não ter como saber se foi só um sonho. Eu escrevi nossa história nessas paredes para que os fantasmas lessem sobre saudade. Você poderia fazer uma música com cada uma dessas linhas? E você me abraçaria mais forte se percebesse que estou tendo um pesadelo? Você contornaria meu corpo sob o lençol com a ponta da sua língua? Nós nunca seríamos capazes de dizer não e eu sei que sua boca sente meu gosto agora. Atrase relógios, se for preciso. E não demore muito mais. Talvez. Essa noite. Talvez. Uma noite fria qualquer. A porta ficará aberta… até que você entenda que por mais longe que esteja, vez ou outra, seu melhor caminho será até a minha casa. Eu jamais te pediria pra vir se eu não tivesse tanta certeza de que é aqui que você quer estar.

Trinta sorrisos

Eu queria te contar sobre todas aquelas bandas que eu gosto e que você mal conhece. Separar músicas que me falassem de você e te dar. Todas. As com gaita. As sem gaita. As que falam de carinho, de sorrisos e de coração acelerado. Ou as que não falam de nada com muito sentido mas que são bonitas do mesmo tanto.

Eu queria deitar tua cabeça no meu colo e te jurar que vai ficar tudo bem, mas eu nunca poderia fazer promessas falsas. Eu só posso assegurar que estarei aqui. Sempre. Em cada uma das suas vindas, sentindo o peito apertar cada vez que você for embora.

Eu queria dizer que rasguei aquela carta, aquela que já tinha quase umas seis páginas. Eu rasguei porque eu não queria dizer todas aquelas coisas que eu estava dizendo. Era como se eu contasse minha história, ou o que realmente importa dela, para alguém que talvez pudesse não se interessar sobre meu passado. De fato, quando eu penso em você, eu me importo mais com o que está por vir do que com o que já foi. E isso você entende. E acho que assim está bom.

Fiquemos com o por vir. Ainda que não precise vir de nada de extraordinário para que valha mais. Eu só quero poder cuidar da gente quando você estiver perto. E eu espero que você venha logo e fique um pouco, qualquer pouco que seja mais do que da última vez. Cada vez mais.

E quando eu olho pra todos esses vinis e saudades, eu sinto que a gente tem tanto o que conversar. E lamento que você não esteja aqui em dias assim, de casa vazia e todo tempo do mundo pra te olhar e só. Se você quiser, eu te escrevo trinta novas cartas. Uma pra cada olhar que você retribuir enquanto estiver no meu abraço. E eu espero que isso faça mais sentido do que as trinta canções que eu guardei.

Despoesias VIII

Eu encostei.
Pra constatar,
com dor,
que ainda queima.

E mexer no que cicatriza, significa lidar com a dor de antes e com a dor de agora.
Duas feridas doendo no mesmo lugar.

Porque eu tive que testar os limites,
pra descobrir que eu não podia muito mais.
O limite era logo ali.
E logo ali é muito longe de onde eu queria estar.

Da perda e do erro

14 de julho de 2011

Eu fui. Pra ver se te achava. E te procurei no bar, na sinuca, na banda, lá fora. Não estava. E passei a noite olhando para a porta entre um gole e outro, pra ver se você chegava. Deu duas, três, quatro da manhã e nada. Nenhum rastro do teu perfume. Nenhuma voz pra confundir com a tua e me roubar um susto ou um sorriso.

Nenhum vestígio de que você esteve recentemente por lá. Ninguém dizendo que te viu. Perguntei a cada um deles. Ao segurança, às meninas do caixa, ao moço que com generosidade serviu um whisky pra moça sozinha do canto do balcão. Ninguém pra me contar que você pediu o de sempre, nem pra me dizer se você continua lindo. Óbvio que sim.

Resisti em pedir o jantar na esperança que você surgisse pra me acompanhar. Os conhecidos me perguntaram de você. Não insistiram na resposta quando baixei os olhos sem ter o que falar. Ter, até que tinha, mas não saía. Desde que você se foi, frequentar o nosso bar é sempre uma espera pelo que nunca chega. E eu sinto que nunca vou cansar de esperar. Sento e fico. Desisto ao amanhecer. Todos os dias.

Cruzo as cortinas da saída como se estivesse saindo de um espetáculo que ninguém aplaudiu. Largo as mágoas quando entrego a comanda. Penitenciando a mim mesma, pagando a conta que esfrega na cara quantas foram as doses de saudade. Cinco, seis. Sempre duplas.

Sete. Sete da manhã e eu descendo a rua. Procurando um café e uma esperança. Sem sono, você já não é mais um pensamento fixo. Um bom dia cismado na padaria, deixando o troco com o taxista na tentativa de compensar meu mau humor. O corredor cada vez mais longo até o quarto. Fingindo que gosto, mas não é você que me tira a roupa. Não bastando perder, fiz questão de errar.

Por que trepar resolve o mundo?

Ok, não resolve o mundo. Mas por baixo, por baixo, a gente dava um belo jeito na vida da geral, sobretudo, em atitudes mesquinhas, pequenas e de fundo absolutamente explicável pela falta de se garrar numas carne. Já falei sobre isso aqui no Asneiras há uns anos, acho que nos primeiros posts, se não me falha memória. Era mais sobre mal comidas do que trepar em geral, e isso gerava toda uma falha no raciocínio, já que excluía homens heterossexuais e incluía, injustamente, mocinhas que queriam dar direito, mas se contentavam com as parcas investidas de generic viagra online um cônjuge mei caidão por motivos não discutíveis aqui. Eu bem percebo que quando desato a arrumar armários, organizar gavetas, ficar de guarda na louça da pia, batata!, é só when viagra doesnt work fazer as continhas e constatar que estou há, pelo menos, uma semana sem dar uma. O pensamento fixa em coisas bestas, em miudezas inúteis pura e simplesmente para se distrair da condição de não transante. É a vida, amigos, e não é fácil… Mas falando aqui da minha pessoa que http://canadianpharmacy-drugstorerx.com/ dentro do possível está no círculo normal do mundo, tudo parece menos complicado e com consequências sustentáveis. Mas é que, vejam vocês, tem gente poderosa por aí, que ocupa cargos importantes, com poder efetivo de decisão sobre, sei lá, o mundo ou seu salario que padece da abstinência de um cheirinho, um chamego, um vem cá, minha nega/ meu nego. E estar na mão dessas pessoas é um perigo. Da liberdade que elas gozam para online pharmacy home delivery nos foder a vida descontando suas ausências co-codamol online pharmacy sexuais, poderíamos, nós, gozarmos do direito de lhes oferecermos o que falta, assim, com todo respeito. “Vai uma aí, meu senhor?” E tudo estaria resolvido. E prestem bem atenção, não estou aqui falando de vender nossos

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corpinhos macios para ganharmos privilégios, estamos falando de preservar a paz e exercer a politica da boa vizinhança. Tão só e fofamente isso. Coisa mais linda, gente, encontrar no outro aqueles vestígios de uma foda bem dada. Roupa amarrotada, passo largo, quadril soltinho. Um perfume, que não o próprio. Voz mansa… Mundo caindo e a pessoa e puro estado de graça.

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Centro de paciência e jeitão de “tá tudo bem agora”. Como não amar? Para que os bons dias http://genericviagra4sexlife.com/ sejam mais honestos, para cialis 10mg or 20mg que nos preocupemos menos com status, coisas e lugares. Para que nos preocupemos menos, e ponto. Para que as reclamações sejam mais justificáveis e menos gratuitas. Que os sorrisos sejam mais fáceis, menos roubados e mais oferecidos. Porque a vida num vai se resolver porque você trepou, mas vai ficar mais leve e a gente agradece.

Versão

Não coube no molde. Vazou pelas bordas. O limite foi ignorado. E você fez como pode. Para que coubesse, para que desse, para que parasse de sobrar. Tanto. E eu também. E não ficou perfeito, mas foi mais que suficiente para que se encaixasse, para que pudesse ser. Porque as coisas estão aí para serem mudadas, adaptadas. O molde é base, é direção, num é caminho. E o caminho a gente inventou. Abrindo

estradas e confiando numa bússola que mais tinha a ver com intuição do que com prática. E funcionou. E estamos aqui e a gente aceita que tenha feito diferente e perdoado arestas para que o perfeito pudesse ser aquilo que nos comporta, não exatamente o que é perfeito em si. Livre adaptação do humano e ajustável para que acontecesse a rima e a nossa poesia ficasse em paz.

Sem mais

A gente fodia. Porque foder era o que tinha pra hoje. Não era exatamente por um tesão maluco, por uma vontade infinita de gozarmos um no outro – muito embora, ele fodesse com mais força quando tirava a camisinha.

Era tudo falta de assunto.

Era domingo à tarde. A gente já tinha cochilado depois do almoço. Já tinha visto um filme, já tinha falado sobre a semana. “Bora foder?” “Bora.” Fodíamos.

Eu gostava de trepar com ele. Num era nada de outro mundo, num era de gozar 55 vezes na mesma noite. Mas era legal. Tudo dentro do previsto e dos conformes. Uma trepada funcional. “Pela ordem.”

A força na medida exata para meter. Os tapas na hora certa. As minhas putarias preferidas ditas num tom que me faziam abrir um pouco mais as pernas, como se ele pudesse chegar mais fundo, como se a gente já não estivesse no limite. O tal do pau rosa pelo qual nenhuma das minhas amigas entende minha fixação.
Tamanho adequado. Ok. Beeeem ok. Não. Ok.

Silêncio. A gente sugeria sexo. E como a gente ficava muitas vezes sem assunto, vinha trepando bastante. Eu não sabia calar perto dele. Isso de só olhar parecia meio babaca entre a gente. Num tinha uma miséria de poesia pra eu ficar admirando. Nem fumar ele fumava. E tinha alergia. Então, nem fumar eu podia. E eu sentia como se meu direito ao silêncio das tragadas tivesse sido roubado. Trepemos, pois.

Eu não saberia dizer há quanto tempo estávamos nisso. Há quanto tempo ocupávamos nossos domingos um com o outro. Mas era bastante. Dava pra dizer que a gente se curtia. É, a gente se curtia… Assim, sem exageros, mas eu curtia umas coisas nele. Tinha uns dedos longos e uma risada engraçada. Queixo bonito. E eu me importo com queixos bonitos. Sobretudo, com narizes grandes. O dele era grande. E lindo. Acho que só bonito. Isso.

E porque a gente não sabia o que fazer com o outro, a gente se comia pelos cantos de tudo que era lugar nessa casa. Porque, todos sabemos, quando acaba assunto entre homem e mulher, eles passam a falar de si. Às vezes inventam DR, às vezes dizem eu te amo. A gente num teria saco pra nenhum dos dois. A gente nem teria saco pra muito mais daquele mesmo.

Num domingo de maio, eu só anunciei que era o último. Ele não se opôs. Não me comeu com mais tesão, não me chupou mais, não puxou meu cabelo com mais força e nem me chamou de vadia com mais raiva. Mantivemos a constãncia. Não alimentou a vaidade masculina me deixando com a lembrança de uma foda melhor que as outras.

Entendi, e ele respeitou, que era hora de mudar de assunto. Sem mais.

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