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Capítulo 1457 de “Fotos suas que surgem ao acaso”

Quantas!
Tão lindo…
A mesma mania de não sorrir demais.
E eu torcendo para que sua felicidade esteja
Também assim, ao meio.
Como a minha
Que se parte

Porque não sou eu ali com a mão na tua
Porque não temos fotos
Porque não tinha nem tempo
Porque não tinha nem porquê

Porque parecia que estaria sempre ali.
Não me preocupei em guardar

Mal

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sabia que eu precisaria
E que terminaria
Colecionando nossas memórias
Com outra em seu abraço.

Traição

Aquela sacada.

Vaca.

Pra que mandar aquela foto pra Deus viagra online e o mundo generic viagra
alegando seu, o pôr-do-Sol?

Pra que a tortura
de me permitir saber que está cialis 10mg buy deitada
NESSA cama
na hora exata em que eu abria as janelas?

Pra que cialisonline-certifiedtop.com dividir com os outros
momentos que eram meu e generic cialis 5mg daily dele?

Não têm uma praça?
Uma outra janela, uma outra sacada?
Uma outra cidade, talvez planeta
Para apreciarem juntos?

Fotografem a si próprios
Fotografem crianças
Fotografem o mundo,
Não toquem na sacada.

Não nesse horário
Não em meados de fevereiro
Quando, às oito, ainda é Sol

Ela me foi dada de presente
Numa tarde como hoje
E eu jamais devolveria

É minha.

Último pedido

Cultivo o hábito, o singular hábito, de pedir aos amores, quando da despedida, que eles permaneçam pelo tempo de um último cigarro. Gosto de contemplar a tortura do ódio que se resigna diante de um pedido de não amor, e que se permite ficar pela poesia que imploro nesse instante de sensações ímpares. Quando não há ódio, há saudade. Saudade que nasce no momento em que dou o primeiro trago desse último estar junto. Bonito igual.

Às vezes é manhã, e gosto de ver a luz clara incomodando os olhos que ora fogem, ora persistem na minha figura. Às vezes é noite, e o cigarro é o tempo do táxi, que não quero meus amores a andarem por aí em madrugadas tristes de término e renascimento.

Cada término é um renascimento. Um mais do mesmo, reinventado.

Alguns não entendem, e saem batendo porta antes que eu satisfaça esse desejo íntimo. É preciso compreender. Então, fumo contemplando a ausência. Um brinde seco e solitário ao que se desfaz. Sem comemorações mórbidas. É pura e simples a reflexão primeira de uma dor ou um alívio que passa a existir no instante do adeus.

Peço para que não falem. “Sente-se apenas”. Se fumam, ofereço, acendo, posiciono o cinzeiro, e ficamos os dois nesse vazio que tem que ser vazio, porque não cabem palavras, nem gestos largos, nem ações precipitadas. Muito provavelmente foram elas que nos levaram até ali. E se muito nos permitirmos, terminaremos o cigarro aos gritos ou aos beijos. Ou os dois.

Porque o término é um fim, de cialis ad tudo. Um basta dessas coisas todas cialis black market que já não suportamos, mas também de muitas outras que não queríamos que acabasse. Mas por não sabermos lidar com umas, acabamos por abrir mão de todo o resto. O resto pode ser muito, o resto pode não parecer, assim, resto, mas continua não valendo à pena. E enquanto essas coisas vão passando pelo pensamento, as cinzas vão se acumulando…

Às vezes, em pé, num batente de porta. Como paramos ali? Por que começamos, afinal? Pelo pensamento, tudo. É como construir um índice desordenado do que virá pela frente, de como será transformar amor em saudade ou dor em vida. Um pautar a superação ou o desespero, enfim… O descobri necessário. Momento de se preparar para cobrir o que virá da ausência do outro. Reformular, redecorar, refazer, mudar.

Por vezes, desejo que esse último cigarro seja eterno, prolongo-o quase que até o filtro, demoro em apagá-lo e fico brincando com a pontinha pelo cinzeiro até que se apague sozinha, não mato, deixo que morra, where to buy cialis muito lentamente. Outras vezes bastaria três ou cheapest pharmacy quatro tragos para entender tudo, ou chegar à conclusão de que não é preciso entender nada. Mas não faço diferença, deixo que queime até a última chance.

Ao outro sobra a função de acompanhar meu ritmo. E fugir do meu olhar. É preciso que olhares não se encontrem muito nessas horas, embora eu me fixe em alguns porque é simplesmente inevitável. Amores e amores… Tão singulares, mas todos, igualmente e religiosamente, ao buy cialis cheap menos uma vez na vida, vão ter de mim o tempo de um cigarro. Reflexões de Marlboro.

Das coisas que eu não sei, Duda

Hoje você é uma criança, bem criança. E quando a gente te pergunta sobre namoricos, ainda dá pra ver aquela inocência de quem se encolhe morrendo de vergonha. Mas você, como tantas, lá pelos doze anos, vai começar a se apaixonar. Vai gostar do tradicional tipinho mais bonitx da sala, ou dx desengonçadx charmosx dois anos mais velhx que seus amiguinhos ‘infantis’.
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Eu queria poder te dar bons conselhos, sabe?! Falar sobre comportamentos acertados, sobre posturas, sobre frios na barriga, sobre doses of viagra perder a fome na ansiedade do encontro ou se empanturrar de chocolate na decepção viagra with dapoxetine da ausência. Eu queria que antes que você se apaixonasse pela primeira vez, você já tivesse noção de todas as belezas e perigos dessa sensação. viapro vs viagra Eu queria poder te guiar…

Não que você não pudesse errar, mas eu queria poder ter certeza de que você viagra without prescription acertaria mais do que eu acertei e acerto. Então, eu penso que tenho apenas 25 anos e não devo ter muita coisa pra te dizer, sobre isso, esse negócio de coração. Também estou aprendendo, e tem muito chão pela frente. Penso que uma pessoa mais velha pudesse nos ajudar, mas são tantas experiências diferentes e valores e educação e gostos, que fica evidente que não existe uma cartilha, nem de boas maneiras, pra essas coisas de amor ou paixonites.

Desisto.

Acho que o único conselho que eu posso dar, é para que você seja honesta. Com seus sentimentos e com você mesma. Se não funcionar, pelo menos quando você estiver triste porque perdeu alguém, você vai ter a certeza de ter dado tudo o que podia. E acredite, cvs pharmacy san antonio é melhor chorar uma falta do que um arrependimento.

Além desse conselho, eu posso garantir que estarei aqui. Pra te levar chocolate, quando for necessário, para dividir as pequenas alegrias de um olhar retribuído, as dores do primeiro pé na bunda, o medo de se envolver, a paixão desmedida que dura até amanhã.

E só.

Desculpa se eu não tenho nada pra te ensinar sobre relacionamentos. E desconfie de quem diz que tem. Tenho a impressão de que posso te fazer entender muito mais sobre cumplicidade do que amores. É isso que importa no fim das contas. E é também pra isso que as tias servem.

Te amo.

1460

Hoje o Asneiras faz quatro anos. E olhando das primeiras postagens até a mais recente, dá pra ver como as coisas mudaram durante esse tempo. Dá pra ver que crescemos juntos… Tenho muito orgulho desses textos todos, menos pela qualidade, mais pela capacidade que eu tive de me colocar tanto em cada um deles. O Asneiras sou eu. Ou, pelo menos, uma grande parte. Todas as minhas palavras e meus silêncios. Foi um jeito que encontrei de contar as minhas histórias ou contar as histórias que povoavam minha mente. Sem

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me preocupar com realidade e ficção se misturando, sem me preocupar em me mostrar demais, em ser e estar demais pra tanta gente que eu nunca nem tinha olhado nos olhos. Tantos e tantos desabafos… Eu e o Asneiras já choramos muito juntos. De tristeza, de alegria. Bebemos até que escrevêssemos o impublicável. E o impublicável encontrou um bom lugar nos rascunhos. E lá vai morar, coisa minha e dele e só. Histórias inteiras de amor ou excertos de coração partido. Tudo que realmente valeu a pena nesses quatro anos, encontrou espaço aqui direta ou indiretamente. Foi no Asneiras que eu encontrei um lugar, que não em mim mesma, pra poder sentir as coisas, pra poder olhar as coisas mais friamente ou pra descarregar tudo na hora da raiva ou da felicidade extrema. Foi aqui que, mesmo nunca citando os nomes, eu deixei que esses amores se reconhecessem ou se estranhassem. Eu só tenho que agradecer a cada visita e comentário. Pela paciência de lerem tanta dor de amor. Pela paciência de acompanharem desfechos, desistências e sorrisos tão meus. Por perdoarem a escrita apressada e sem revisão. Por perdoarem o que nem eu perdoei. Por nos perdoarem, enfim. Que venham mais amores. Novos ou velhos. Que venham mais sorrisos e choros. É disso que eu e meu blog somos feitos, dessas coisas que fazem o coração disparar. E acho que basta. Hoje a festa é particular. Eu, ele e nosso whisky. =]

Outro monólogo de insone.

Insone o caralho. Nem dez ordering viagra online da noite ainda. Insone é só quem acordou antes das sete e, às três da manhã, ainda não sentiu o olho pesar. Mas é que acho bonito esse nome, esse título. E como vou voltar pra esse texto umas três vezes essa noite, muito provavelmente eu vá terminá-lo sob a condição de zumbi que muito tem se ajustado a mim nessas últimas madrugadas. Como de costume, essa é uma conversa com deus. Mas como eu num acredito muito em deus, não nesse deus aí de vocês, essa é uma conversa comigo, ‘com um migo’ que tá me olhando de fora. Porque, já disse em outro texto, meu deus sou eu e tá bem bom assim. Uma versão exteriorizada da Cintcha que vos fala. Esses monólogos sempre saem nessas noites de TPM aos gritos. Tudo grita aqui dentro, mas eu só faço chorar. No cantinho. Desarranjo viagra without presc emocional sem tamanho esse. E eu fico tomando viagra dose maximum no cu, escrava dos meus hormônios não muito amigáveis e de uma série de pensamentos babacas que eles desencadeiam. ‘Daora cialis migraine a vida’. Só que não. Não nos dias de TPM, ao menos… E fico aqui pensando na vida, no trabalho, nos móveis que chegam amanhã (trégua pro sorriso!) e, como sempre, tormento eterno dessas moças de coração frágil e de sorriso fácil, nos moços que andam desfilando pelos corredores do meu apartamento em trajes sumários. Nos mais recentes, nos que ainda podem encontrar alguma pista do próprio cheiro em minha roupas e naqueles que já fazem meses, mais de anos. Num balanço geral, as coisas estão relativamente boas, mas recolhendo amostra dos últimos tempos, ihhhh, negócio tá mei feio pro meu lado. Ando criando ideias românticas demais pra esses moços. Ideias que não saem daqui, mas que ficam rondando minha cabeça num tormento eterno. Não estou falando de namoro, gente, PLMDDS, porque romantizar um caso, não significa leva-lo adiante, mas apenas dar mais de si do que talvez ele mereça. E fico aí me doando à toa, pra satisfação de monólogos insones e desespero do coração que não sabe que rumo tomar: se corre, se fica, se espera alguém se decidir e vir junto… Bem queria zerar esses últimos meses. Fingir que nada senti, que não me apaixonei por sorrisos, cheiros e nem dei músicas que deveria guardar só pra mim. Mas aí me lembro desses mesmos sorrisos e cheiros e vêm a sensação de quem nenhum coração a salvo vai ser melhor do que os sorrisos que me roubaram e os perfumes que ficaram em mim. Talvez, eu só precisasse aprender a lidar melhor com as lembranças. Parar de achar que eles também apagam a luz, mas continuam acordados quando o dia já está quase raiando. Parar de achar que eles nutrem saudades por sorrisos e cheiros. Parar de achar que eles ouvem as mesmas músicas que eu e fixam o pensamento no mesmo momento que eu nunca esqueci. Preciso parar de achar que eles gostariam de ter ficado por mais que uma madrugada, por mais do que umas poucas horas. Preciso aceitar certos perdões e me livrar de culpas. Preciso parar de escrever no plural, quando o coração bem sabe que real viagra online eu estou falando de um. Assim. No singular. Nem dez e meia.  

I forget myself, i want you to remind me

Singela homenagem. Pequeno mimo que prestamos às nossas trepadas imaginárias. Delicadeza de lembrar do outro quando, em vez de habitar a nossa cama, habita um outro lugar qualquer no espaço e, quem sabe, até a cama de um outro alguém…

O que fazer, senão dedicarmos, a essa ausência, nosso gozo, gemido e fantasia? Se nem quando ausente não esquecemos ou evitamos de imaginar gostos, cheiros e putarias? Punheta, meus amigos. Punheta.

Quantos desses moços que já estiveram por aqui, fossem amores ou casos, não habitaram meu imaginário por horas e horas nessas tardes de vadiagem e nada pra fazer, em sextas-feiras de chuva e de mais ninguém em casa. Dias de cama desarrumada até três da tarde, dias de um outro que não podia, mas que eu insistia, ainda que só. Punheta.

Sem distinções semânticas. Que punheta e masturbação signifiquem o mesmo para os dois sexos. Mas, apesar de guardar carinho especial, não falarei aqui da punheta a dois. Falo da punheta solitária, da dedicação fixa do pensamento. De colocar você dentro de mim em qualquer lugar do mundo. Quase amor esse tanto de afeto. Parabéns.

Se houvesse justiça nesse mundo, eu bem estaria pagando pensão pra dois ou três moços… Ainda bem que não há. Sigo impune nisso de usá-los como me caem bem. E ficam tão ótimos nas minhas invenções. Se encaixam com tanta maestria nos meus devaneios que vocês devem perdoar o duplo sentido sem vergonha que acabei de usar.

E aquelas moçoilas que se ofendem quando ficam sabendo por aí que seus admiradores lhe deram toda essa atenção? Quanta ingratidão!. Veja bem, minha amiga, dizem, e não é de hoje “triste da mulher que nunca foi enredo de punheta”. Assino como se minhas palavras fossem. Punheta é mais bonita definição de devoção no meu dicionário.

Que não seja renegada somente à adolescência. Que não seja somente alternativa aos tempos de estiagem… Que seja frequente, diária, sem pressa. Que não seja sufocada. Que seja… E só. Porque é linda esse tanto, mas é simples. É coisa sua, minha… Não precisa de muita frescura, de arrumação e de conversa. Quase poética. Minto. Poética mesmo. Roteiros inevitáveis para inspirações que insistem.

Quem somos nós, para nos acharmos mais dignos ao resistirmos ao tesão unilateral platônico? #FreePunheta, meu caros. É só isso que eu peço. E se puderem me atender, peço também que não me olhem com olhos de censura. E uma última coisa: vizinho, contine dormindo com a janela aberta.

Isto não é um post…

…  é um copiar/colar muito do sem vergonha dessas coisas que eu mando pra @villaca e que ela entende mais que eu…

São Paulo, tanto faz o dia enquanto ainda for janeiro.

Não precisa perdoar minhas ausências, sei que te faltei. Faltei a mim mesma e ainda falto. Ando me procurando por aí, fazendo merda, tendo noites incríveis de amores eternos até a meia-noite e depois faço mais merda. Coloquei no trabalho a dor que eu escondia quando minha cama não era só minha e nas noites em que ela era só minha, eu fugia um pouco mais.

Hoje eu decidi fugir do Asneiras, assim, por uns dias. Não quero me sentir obrigada por mim mesma e por um word em branco a escrever e expor algo que eu não vejo começo, nem meio, nem fim. Não falo só de sentimentos, mas da Cintcha, como um todo.

Janeiro tem sido um grande agosto de 2011. Mais duro. Problemas sérios de grana, problemas familiares, os problemas  de sempre. A vida custa a passar nesse mês. E ele se estica feito dia em horário de verão, anoitecendo cada vez mais tarde e demorando tanto pra amanhecer em mim. (rá!)

Eu ando distante de quem eu sou. Por fora, tudo ok. Por dentro, estamos meio que fazendo reformas sem um projeto definido. Saí derrubando paredes e não sei o que colocar no lugar. Por enquanto, uma grande sala vazia que fica ecoando destroços. Dramático assim. Porque eu sou dramática e me permito gritar minha dor pra ficar ouvindo ela se repetir aqui dentro. Uma hora eu vou gritar e num vai ecoar mais. E nesse dia, eu saberei que está tudo bem. Casa cheia de novo.

Eu não falei mais nada, porque não havia o que falar. Fevereiro há de chegar. Em clima de Carnaval… Mais marchinhas, por favor! Que de João Gilberto e de sua beleza triste, o coração está cansado.

E assim tem sido.

Amo você,

Branquinha.

Engolindo a seco

Ele: Você me olha assim há dias… Por que não escreve? Eu: Não sai… Ele: Dói? Eu: Não exatamente. Ele: Volte quando se sentir pronta. Eu: É por nunca estar pronta que escrevo… Ele: Ensaios… Eu: Uhum… Ele: Eu sempre soube. Eu: Darei um

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tempo… Ele: O quanto for preciso… `As vésperas de completarmos quatro anos juntos, eu e os Asneiras nunca nos sentimos tão cúmplices como hoje. Nos entendemos. E eu sei que vocês perdoarão ausências. Volto no dia da festa. Por agora, silêncios.

Desconvite

Convido? Não. Melhor não… Mas… Ele vai ficar achando que eu estou fingindo que não me importo mais ou, pior, vai achar que não me importo mais. Eu me importo. Ainda me importo…

E se eu convidar será que ele não vai achar que estou convidando porque ainda quero ter alguma coisa?  Ou, talvez, porque ele possa me ver com outra pessoa e isso passaria uma imagem de quem só seguiu em frente. Ou de quem quer fingir que seguiu. O que importa é que apesar de me importar, estou seguindo.

Mas, talvez, ele não pense assim.

Que diƒícil! Era só pra parecer simpática. Mas posso parecer pentelha. Posso parecer insistente. Posso acabar parecendo uma idiota…

Ai. Convidei!

Foda-se o que ele vai pensar. Tanta gente legal vai estar junto, amigos em comum, talvez ele entenda que foi um convite e só.

Cinco minutos.

Ele não respondeu. Será que vai ignorar? Será que não viu? Será que está pensando no que responder? Será que ele vai? Será que, se tiver compromisso,  vai tentar desmarcar? Ou, se for um compromisso importante, ao menos gostaria de poder desmarcar?

Será que ele entende que… Nem eu entendo?

Mais cinco minutos.

Nada de resposta.

Tomara que ele não possa. Tomara que ele não vá…

Será que recebeu o convite? Será que dá tempo de apagar antes que ele veja? E se ele já viu? E se nesse exato momento ele estiver olhando e pensando no que responder. Será que ele tbm se importa com as infinitas interpretações que eu posso ter? Naaaah. Ele não perde tempo com bobagens.  Será que eu já sou só bobagem?

Ainda nada. Desisto.

Tomara que ele não responda.

Tomara que eu desvie os olhos da porta e desista de esperá-lo chegar.

Pequena morte em três atos

28 de junho de 2011 O pedido A saudade já não me rasga ao meio e a promessa de amor eterno não me impediu de seguir em frente. Não tem mais dor, não tem mais desejo incontrolável, não tem mais o suspirar por você nos cantos da casa. Há muito já tinha passado da hora de você se tornar passado. Levo, sem lágrimas e com sorrisos, a lembrança de noites inesquecíveis. Assim foi. Inesquecível. Bem como nos dissemos, seremos sempre um do outro nas saudades bonitas que a vida vai trazer vez ou outra… Porque muitas foram as canções, gargalhadas e cumplicidades online pharmacy home delivery que nos dedicamos. Fui deixando pra trás a sensação de perda. De uma dor da qual me refiz mil vezes pra ver se me encontrava, e me encontrei, afinal, ainda lúcida e com uma vontade descomunal de viver. Entendi nesse caminho que não era hora. A pessoa certa na hora errada vai ser sempre a pessoa errada. Entendi que não há motivos para desculpas. Eu fiz tanta bobagem, mas jamais foi com a intenção de te vision cialis perturbar. Eu, criança e você sempre tão correto, era um desequilíbrio que eu não sabia dar jeito. Fui tão sincera que dilacerei tentando me abrir. Menos. Não precisava se entregar tanto. Hoje eu sei. Sei e sinto também que não preciso mais fugir de diários, bares e pessoas que me levem até você. Porque se você estiver lá, eu vou querer te encontrar em cada um desses lugares, sejam eles físicos, sejam eles os que você vai continuar a habitar dentro de mim. Você continua sendo incrível. O cara lindo, não mais meu número. Uma pessoa que tanto gosto. E gosto muito. E que continua gostando. Porque foi assim que você existiu pra mim. cialis buy online usa De outro jeito, faz nem sentido. Durante esses meses eu temi o free online pharmacy lectures inverno como uma ameaça. Parece piada, né? Pois é… Mas aí veio o outono e eu, que sou metida a escritora, fui descobrindo novas inspirações. E, de repente, o frio já não me assustava mais e aquele casaco já não tinha mais teu viagra cost cheiro. Deu tudo certo. Não sei o que anda a fazer. Espero que esteja bem. Porque o

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bem que eu te quero é desses ‘quereres’ honestos e meio poéticos que vou levar pra vida. Foi tanto que não há meio de virar nada. E nem me esforço pra isso, seria em vão. Você ainda me rouba sorrisos abertos e espero que se você se lembrar de mim, eu também te roube um desses. É assim que a gente entende porque guarda certas coisas na gaveta de coisas que valeram a pena, porque mesmo depois de tanto tempo elas ainda são capazes de nos roubarem esses gestos de carinho. Só tem uma única coisa que eu, se pudesse, mudaria e sei que você vai entender o gigantesco valor disso, e talvez sorria, porque, de fato, é bonito… Não sei explicar, não sei dar conta disso. Mas quando eu sinto medo de algo, dessas coisas meio assustadoras que a vida põe na nossa frente, é no encaixe do seu abraço que eu gostaria de estar. Então, imagino e quase cialis kullan?m? sinto seus braços me apertando com força e me puxando pra perto, me dizendo sem palavras que está tudo bem. Você tem esse dom de acolher e me acalmar. E depois de tanta perturbação, você ainda me traz a sensação de paz. Se pudesse, te ligaria em cada um desses medos. “Chuchu, vem cá. Preciso”. E sem pedir explicação, você me abraçaria forte e tudo voltaria ao normal quando você já estivesse do outro lado da porta. Sem reclamações, sem arrependimentos, sem coração apertado depois do enter. Mas eu jamais vou te perdoar por seu abraço ser aquele que eu ainda peço baixinho quando sinto medo. A última carta. A última página do diário. E se eu pudesse pedir algo, não seriam muitos, mas um único e demorado abraço. Segue a vida. A resposta Um último e demorado abraço. Seu pedido é uma ordem…   09 de outubro de 2011 O depois Não fosse a sensação de que aquele não deveria ter sido o último abraço, talvez este último ato se chamasse, com alívio, ‘O fim’.

“Till I kissed You” ou sobre um outro pé na bunda…

Veio o primeiro. Foda. Insuportável. De achar que eu ia enlouquecer e, de fato, enlouqueci um pouco. Ninguém sai sem uma cicatriz muito visível de uma situação tão delicada, cialisonline-lowprice.com com tanto amor pra sublimar e tanta coisa pra abstrair pra poder seguir em frente. Rendeu textos pro blog, pesadelos durante 134 noites seguidas, um diário de 320 páginas e uma saudade que demorou uns 320 dias pra dar sossego prum coração que achava que num ia amar de novo. Mais que um pé na bunda, as cincunstâncias, os motivos, fizeram o que era pra ser um simples ‘não’ se tornar uma tragédia pessoal e intransferível. Sofri até dizer chega. E eu precisei de muitos bastas até que um fosse definitivo e desse jeito na dor da perda e finalmente eu decidisse move on. A putaria era analgesia pra fratura exposta. Foi minha droga, minha fuga da realidade. Fiquei por aí zanzando e satisfazendo vontades. As minhas e de quem quer que cruzasse meu caminho e eu fosse com a cara. Fui com a cara de muita gente. Sem dia seguinte, sem telefonema carinhoso, era só aquilo. Trepa e manda embora. Não sobrava nada e nem tinha que sobrar mesmo. Já tinha coisa demais transbordando a contragosto aqui dentro. Até que um dia percebi que no meio da putaria , tinha alguém que eu queria ver de novo e de novo e de novo. Que queria que ele ficasse mais, queria que ele me abraçasse até a hora de dormir. Eu queria ele comigo quando amanhecesse o dia. Aos poucos, e involuntariamente, afastei os outros casos, desejei o telefone tocando e aparecendo o número dele e entre outros tantos sinais, uma hora me dei conta de que, veja bem, eu poderia me apaixonar de novo. E estava apaixonada. Mas, a vida, né… Ô vida! Eu me apaixonei. Ele não. Gostava, claro, se permitiu chegar mais perto, ir além da buy cialis online fast shipping putaria também. Mas nada pode ser perfeito. Momento errado. Ele vive agora a fuga que eu vivi há um ano e meio. E sabemos que continuar perto, só faria mal. Eu não preciso, depois de tudo, me enfiar em outra enrascada. Tudo é um risco, mas ali eu tinha certeza que, de novo, eu sairia perdendo. Juntos chegamos à melhor decisão para nós… Mas o último não, e doído, é sempre de quem se envolve menos. Configura pé na bunda. Pronto. generic viagra online Que enquanto a gente se prolonga em reticências, é como colocar uma música legal pra ver se o outro resolve te tirar pra dançar de uma vez. Quando vem o ponto final, a gente desliga a música. E a nossa, na verdade, minha pra ele, era uma bem fofa. Corta pra Cintcha guardando as expectativas todas num arquivo, já que o moço não tem como lidar com elas. Eu também não sei lidar, mas paciência… Vai pro canto. A velha e boa gaveta de coisas que valeram a cialis generic online pena e que eu vou visitar sempre que der saudade. Menos viagra with prescription online dolorido que da outra vez, uma situação menos louca, menos dramática e com a decisão certa sendo tomada antes que tudo se tornasse insustentável.

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Ficou tudo bem. Ou vai ficar, eu sei. Sobra essa vontade louca cortar o cabelo. De voltar pra putaria. De tirar `a força aquele beijo da memória. Não vou fazer nada. O cabelo vai continuar comprido e vermelho. A putaria continua d férias. E eu não vou me obrigar a esquecer o inesquecível. Um outro pé na genericviagra4sexlife bunda. Eu sei que é o segundo, mas não sei se vai ser o último. E porque talvez venham tantos outros, não dá pra viver vacilando entre pequenas mortes. Dessa vez a Cintcha vai embora em paz, ainda que cantando bem baixinho aquela cancão dos Everly Brothers.

Ensaios de fim

Fingindo indiferença pra parecer mais forte, pra parecer menos incômodo, pra parecer menos doído. Nem precisava. Você simplesmente não presta mais atenção aos meus movimentos. Sejam eles pra ficar mais perto ou mais longe.

Pra você já não faz diferença.
Sua indiferença, ao contrário da minha, é real.

E o seu silêncio é a maior prova disso.

Despoesias VII

Liguei. Você atendeu, eu falei que era engano. Mandei mensagem, mais um engano. Fui te encontrar, mas voltei no meio do caminho. Seria outro engano. Imaginei você me dizendo o que ficou por ser dito. E, no fim, você lamentava meu engano.

E continuo me enganando ao acreditar que ainda dá tempo. Que ainda tem chance. Não sei. E talvez você também esteja enganado em me ‘entender’ tanto e permitir que eu vá…

Saí… Desejando ficar. Quantos enganos até agora? Tantos. E uma saudade que eu não imaginei que seria assim… Porque eu achei que dava tempo de fugir antes de gostar. Não deu. Só um outro engano.

E de engano em engano, uma coleção de diálogos e reencontros imaginários. Enganando a mim mesma com sorrisos de quem ainda vê a porta aberta. Tentando me convencer que a qualquer momento a gente vai se esbarrar e você vai me pedir pra ficar.

Coleção de enganos, enfim. Mimos que me permito para fugir do ponto final. Caindo em quases pra desviar do sim. Ou do não. Queria tanto que fosse diferente. Que, sem mais enganos, sobrasse uma certeza. Pra mim e pra você.

Calcinha amarela

Não sou supersticiosa. Mas a Erica é. E a Erica é a amiga que quando não está comigo no bar, está no gtalk ou no twitter ou em pensamento fazendo umas cagadas meio parecidas. Assim sendo, ficou combinado que íamos trocar calcinhas da sorte, essas feitas especialmente para a virada de ano e que prometem para o novo ano aquilo que está implícito em suas cores.

Mesmo não sendo da turma supersticiosa e, sim, da turma que sempre passou o ano novo sem calcinha porque eu sou tão branquela que não existe calcinha alguma que fique invisível quando estou de vestido branco, eu sabia dos significados básicos. Acho que qualquer um sabe. Branco é paz, rosa é amor, vermelho é paixão e amarelo é dinheiro.

A Erica, linda que é, pediu rosa… E eu também pediria rosa em qualquer um dos outros 24 anos que vivi. Mas dessa vez, escolhi a amarela. O amor deu trabalho demais em 2011 e em 2012 eu quero pagar pelo sossego, se for preciso. Nos 45’ do segundo tempo, quando as coisas estavam se ajeitando, deu tudo errado de novo. E eu tinha acreditado tanto, mas tanto que agora ia. Não foi. Não quero entrar em 2012 lamentando, mas também não vai dar pra esquecer antes disso.

Ah… 2011! Você foi uma sucessão de agostos. Longo, difícil e de coração apertado. Gratas surpresas pelo caminho, devo reconhecer. Amigos novos, amigos pro resto da vida e momentos impagáveis de ‘curtir a vida adoidado’ desse nosso jeitão. Mas doeu, viu? E como doeu.  Porque as noites não foram todas de bares e bebidas e sinucas e whisky e pessoas incrivelmente legais… Nem tudo pode ser perfeito… Paciência…

E não quero passar 2012 suspirando pelos cantos e lamentando saudades. Quero um ano novo bem novo. De coisas novas. Futlidade? Você pode dizer que sim… Eu compro boa parte da minha felicidade com vinis, livros e seda ou linho. Vou aprender a me satisfazer só com coisas do gênero e que, veja bem, nem é pouco.

Que sobre dinheiro para o whisky, para que quando a saudade inevitavelmente bater, eu possa esquecê-la até a ressaca, ao menos. Que sobre dinheiro para os mimos que pretendo me dar e dar aos que amo. Que sobre dinheiro para o mestrado que eu comecei e não terminei, para algumas viagens, para tudo que, sem muito excesso, eu quero e me faz bem…

Que a felicidade comprável, esteja ao meu alcance nesse ano que está chegando. A família perfeita, eu tenho. Os melhores amigos, eu tenho… Talvez em 2012 eu passe a virada de calcinha rosa, porque por agora eu vou deixar o amor de lado. Pra 2012 eu vou escolher não sofrer. Assim seja (pra mim, pra Erica e pra todo mundo).

Feliz ano novo.

O meu Natal

Amanhã é o único dia do ano em que a adega não abre. Mentira. No dia 1º de janeiro também não abre. Mas no dia 1º vai ter um tantão de gente aqui no sítio e vai ser a maior festa e a maior bagunça e a gente não vai ter nem tempo de respirar. Então, eu considero que amanhã é o único dia de folga do meu pai e

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da minha mãe. E o que tem isso? E o que tem isso que é o único dia do ano que a gente toma café da manhã juntos, que não importa a hora que eu resolva

acordar, se meu pai cair da cama às seis da manhã, ele vai ligar o rádio no último volume. E que lá pelas nove, ele vai achar bem digno abrir os trabalhos etílicos. É amanhã que a gente fica andando de pijama pela casa até enjoar, que minha mãe não se preocupa com a hora do almoço e que muito provavelmente a gente espalha os LPs lá fora. É amanhã cedo que eu pulo na cama deles. E que eu volto a ser criança… Quando as manhãs de domingo eram todas assim. E, às vezes, tem partida de sinuca ou a gente fica jogado no sofá esperando passar desenho. Às vezes, a gente senta na escada e conversa. Não sei. Temos uma manhã inteira pra gente e isso me enche de uma felicidade que, de verdade, eu não saberia explicar e nem sei se faria sentido para mais alguém, caso eu conseguisse. E esse é o Natal. Simples. Gosto da festa da noite anterior. Gosto do almoço que vem depois. Mas o meu Natal, o meu mesmo, é esse… Porque, pra mim, que não sou religiosa, ficou decidido que 25 de dezembro ia ser dia de comemorar a maior sorte que eu tive… A de ser filha deles. Feliz Natal!

Mudando de assunto…

Arrastando a fumaça pelos cômodos, deslizando pelas paredes. Mil voltas. O longo corredor ecoando perguntas que você não pode responder. Porque você não está. E porque se estivesse, eu não as faria. Não sei. Diálogos imaginários. Supondo poréns, discussões infinitas, finais felizes.

Tentando buy viagra online overnight delivery explicar motivos, justificar ausências, implorando pelas suas razões. Querendo te arrancar verdades pra te entregar buy cialis cheap as minhas. Delirando possibilidades de sim para meus medos viagra prescription de não. Certezas que talvez eu nunca venha a ter. Palavras que eu sei que não vou ouvir.

Silêncio. Vez ou outra, meus passos. Murmurando qualquer coisa com teu nome no meio. Pra lá e pra cá. Ansiosa. Derrubando meus próprios argumentos com os olhares que te imagino. Passando pelo quarto, cheia de coragem, vacilando e desistindo entre o terraço buy cialis online e a sala.

Ensaios de porquês. Fragmentos intransitivos, transitivos diretos, indiretas espalhados pelo tapete. Expondo delitos pra me livrar de culpas. Aguardando o julgamento que nunca virá pelas coisas que digo agora e nunca mais vou repetir. Perdoando a mim e a você pelos crimes que pensamos cometer.

O cinzeiro denuncia aflições. A cama ainda arrumada, uma noite completamente insone. Vírgulas, pontos e interrogações somando reticências. A buy cialis online conversa que você me prometeu, mas que viagra 50 of 100 mg nunca me possibilitou… Sobrou tê-la comigo. Monólogo platônico a um passo do abismo. Eu, a um passo da loucura.

Talvez semana que vem, você diz. Mas era pra ontem. E ontem não deu tempo. Ficou pra depois, mas buy generic viagra online depois é tarde demais. Agora já não faz sentido. Ficará o dito pelo não dito. E mais uma vez eu me fecho, pra me escancarar só pra mim, porque dói, me fechando para o outro… Porque dá medo. Fecho a porta na minha própria cara. Fim de papo.

Ensaios de sim

Não seja tão doce. Não me mande mensagens inesperadas às três da manhã. Não fale de sentimentos quando eu estiver falando de tesão. Não olhe tão fundo assim nos meus olhos, não pegue na minha mão com tanta ternura. Não me prometa

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carinhos cúmplices. Não jure qualquer coisa que não pode existir. Não me convide para jantares, sobretudo, para almoços, que terminarão em cafés da manhã. Não repare em detalhes, expressões. Não repare que eu mexo a cabeça de um jeito engraçado enquanto falo. Não crie expectativas para não criar necessidades. Não dê a entender mais do que poderá dar. Não me beije quando tocar a nossa música. Não sorria demais quando falar de saudade. Não fale de saudade. Não diga que precisa e que quer de novo e logo. Não compartilhe silêncios tão longos. Não permita que eu meça nossas mãos e que me apaixone pela sua pele tão branca. Não me conte se sentir meu cheiro de repente, não se perca tanto assim nos meus cabelos. Não responda de imediato todas as minhas mensagens. Não responda tudo que eu perguntar. Não me deixe sem palavras. Não diga que sou diferente. Não me peça pra ser assim pra sempre. Não me faça acreditar tanto em você. Não seja exatamente como eu imaginei. Não seja tudo que eu sempre quis. E, se possível, não dê ouvidos aos meus pedidos. Não fazem sentido algum.

Eufemismos de morte. Ou morte mesmo.

Eu ia me distrair lavando a roupa. Mas já estava passada e guardada. Recorri, então, à louça. Mas assim, que terminei o café já não havia um só copo na pia. Quis colocar os vinis em ordem alfabética, organizar a pilha de CDs, os livros, por tamanho. Nada a fazer. Tudo perfeitamente arrumado. Fui buscar pelos cantos algum pó para ser espanado. Mas a casa toda estava limpa.

O trabalho no prazo. Nenhuma lista de compras pendente. Nenhum telefonema em espera. Nenhum compromisso que pudesse ser remarcado pra então. Sem filmes para revelar, correspondências a serem enviadas. Absolutamente nada. Todos os botões pregados, plantas regadas, contas em dia.

Eu tinha tempo e isso me assustava porque o tempo significava encarar a verdade da qual eu me ocupava em esquecer há dias.

Sentei no sofá e procurei no teto um abrigo. Fiquei sem resposta. A TV falava de coisas que eu via, mas não ouvia. Como prestar atenção? O tilintar da ficha caindo e as lágrimas ameaçando feito céu que anoitece às três da tarde pra virar temporal.

Eu finalmente estava me dando conta.

Eu me dei conta.

E, porra, como aquilo doeu.


Preenchi o vazio quando ele ainda era só um medo. Coloquei a vida em ordem pra brincar de faz de conta, feito eu tivesse colocado a mudança inteira de uma casa num armário de duas portas…

… Que se abriu no instante em que acordei. Espalhando. Tudo.

E a pia vazia me irritou. Os vinis em ordem me irritaram. Os livros na prateleira me irritaram. A casa perfeitamente  arrumada me irritou.

Porque adiar você me irritou.

E quando me dei conta, eu finalmente estava chorando a sua morte e, como seria inevitável, também a minha.

Sem mais demora, o que já deveria ter sido feito.

Conspiração

Medindo mãos, calculando contornos. Poros nas pontas dos dedos. Vigiando reflexos. E cílios. Adivinhando palavras, descobrindo gestos. Sussurros desconexos sobre o depois. Percorrendo a espinha, pegando atalhos. Filtros pra cismar tons. Digitais, apelos, desapegos e respirações em coleção. Velando promessas de não cumprir.

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Atrasando ponteiros, empurrando verdades, reinventando o tempo pra dar tempo. Fechando os olhos pra guardar sons. Sonhando

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pra esquecer (o) Adeus

Caprichos de Green Label

Acostumei meu whisky a essas noites de amanhecer na rua. Acostumei meu whisky aos olhares que, às vezes, nos estranham tão cúmplices. Acostumei meu whisky ao balcão velho, à lateral da sinuca, ao background noise dos jogos. Dos jogos. Não das pessoas. Pelo menos não em excesso.

Acostumei mal. E meu melhor amigo, quando só comigo, já não é mais pleno como antes. Fica lá, meio distante, sentindo falta de qualquer coisa que não tem no meu quarto, na minha sala. Sempre fiel. Não mais inteiro. Como se, para ser todo, não dependesse mais de si, mas de um estar em contato.

Não que ele queira interagir, não é isso. Meu whisky, apesar de muito educado, não é dos mais amigáveis, e eu respeito isso. É só que ele quer estar presente. Porque gosta de estar. Entre os seus. Sabendo-se comum, corriqueiro, mais um, qualquer um, quase ninguém… Invisível, mas ali.

Compreende, no entanto, que o fim de semana é nosso e só nosso. Esse sim é de nós dois. Porque os nossos cantos lá fora estão todos ocupados por esses que nada entendem dessa cumplicidade que nos cerca. Guardamos nossos segredos e esperamos um pouco mais.

Mas hoje é quinta-feira e ele adivinha que só voltará lá no domingo. Me fita triste e saudoso como que dizendo, às 3 da manhã, “ainda dá tempo”. Nem o cigarro acalma. Inquieto, não presta atenção na música. Perde o sono e vigia meus passos, esperando que eu ainda decida ir.

Ele não faz manha quando é impossível, respeita o coração devastado que às vezes não quer ver ninguém, partilha e valoriza a intimidade que nos cabe. Mas hoje, em noites como hoje, ele sabe que poderíamos estar lá.

… Ainda me olha, de canto de olho…

Naturalmente… Cedo. Não se pode negar a um melhor amigo o último prazer dos insones. Cúmplices, nossas personalidades se entendem. Nossas vontades comungam, afinal. E seguimos, para onde queríamos estar desde o primeiro gole. Só mais um, não mais só.

desajuste

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Do imediato e breve

Estou te amando. Agora. Enquanto você me olha como há meses não olhava. Estou te amando ferozmente e com todas as minhas forças. Por esse tempo em que nossas pernas se encostam sob a mesa, eu te amo. E sou tua.

Enquanto nossos olhares se cruzam entre um lance e outro do jogo. Enquanto você nunca deixa meu copo de whisky ficar vazio. Enquanto você dá um jeito de tocar meu cabelo e meu rosto num quase sem querer, nossa, como eu te amo!

Te amo nessa noite. Por esse acaso de nos encontrarmos justo aqui. Por isso de você estar sozinho e eu também e decidirmos nos fazer companhias e torturas. Te amo porque seu perfume ainda é o mesmo e porque você me abraçou do mesmo jeito.

Amo loucamente cada gesto, cada palavra, as confissões tão cúmplices, o saber-se igual. Amo a necessidade que sinto de fixar meus olhos nos teus e o prazer de te ver rindo pra mim. Amo tudo. E tanto…

Amo agora como há muito não amava ninguém. Porque você tem isso de despertar em mim esses de repentes todos. Porque foi de repente que começamos e terminamos. Porque é de repente que eu às vezes morro de saudade.

Eu te faria juras de amor eterno. Mas não. Eu te amo agora. Mas nesse agora, eu te amo eternamente. E eu sei que você acredita, porque também é assim com você e porque vai ser sempre.

Enquanto o acaso me fizer esbarrar em você nesses contextos só nossos, eu vou ser tua e muito tua e só tua. Nessas noites longas que amanhecem e, olha só, a gente nem percebeu. Nessa coisa que pega e que eu não explico, mas que a gente entende.

E dá vontade de esticar esses hojes por amanhãs e depois e depois. Mas apesar do whisky nos fazer quase acreditar que seria possível, no fundo sabemos que é inviável. A vida andou. Pra você e pra mim. E nos levou pra lados opostos. Rumos diferentes. Somos hoje reféns dessas suspresas.

Bela surpresa. Depois da quinta saideira, não podemos mais adiar o fim.  Você me acompanha até o carro e me abraça e me beija e se demora. E a gente se enrola nesses carinhos porque é inevitável. E  já em casa eu adio o dormir pra guardar teu gosto. Evitando o amanhã. Porque nosso dia seguinte é sempre um nunca mais.

Ensaios de não

Fugindo de mais esse texto há dias, porque isso de você me inspirar não está lá muito certo. Evitando essas rimas que me surpreendem entre o café e o cigarro, escapando pela tangente de palavras que insistem em te sussurrar no meu ouvido. Desviando de entrelinhas, silêncios e suspiros que possam dar a entender qualquer coisa que não seja.

Tateando o papel, buscando verdades.  Criando esbarrões pra te roubar carinhos, pura ficção. Enganando meu olhar pra não encarar poesias, nem descobrir que te quero. Pedindo pra você ficar longe enquanto faço manha, em bilhetes nunca entregues, pra você voltar. Escondendo suas cartas do mundo pra te guardar pra mim.

Constatando sorrisos. Percebendo saudades. Escrevendo vontades. Não posso. Usando luas e clichês pra justificar tanto você no pensamento. Pensando que consigo, quase acredito, mas não dá. Procurando jeitos de acelerar o tempo, engolindo a inspiração sem gelo. Buscando escapar de beijos, gostos  e declarações que você nunca fez.

Deslizando entre o incabível, pra não ouvir certas canções, disfarçando que não te encontro nesses refrãos óbvios. Tentando evitar esse texto para inevitáveis noites. Mas você me tenta. E mesmo assim eu tento.  E por castigo, eis o texto e uma fuga em vão.

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